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Esclarecimento sobre o plano CorreiosSaúde

Os Correios reafirmam que não haverá nenhuma alteração no atual plano de saúde dos trabalhadores, o CorreiosSaúde. Nenhuma mensalidade será cobrada, os dependentes regularmente cadastrados serão mantidos e o plano de saúde não será privatizado. Todas as condições vigentes do CorreiosSaúde serão mantidas, os percentuais de co-participação não serão alterados e os trabalhadores dos Correios não terão custos adicionais.

A Postal Saúde não é um plano de saúde. É uma caixa de assistência, patrocinada e mantida pelos Correios. Desde o início de janeiro, o plano CorreiosSaúde, que atende os empregados da ECT e seus dependentes, passou a ser operado pela Postal Saúde, com política e diretrizes definidas pela ECT. As regras do plano não foram alteradas — o pagamento dos trabalhadores dos Correios referente a janeiro já foi realizado, no dia 25, e não houve cobrança de qualquer tipo de taxa ou mensalidade.

A empresa está cumprindo o que foi definido pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) no ano passado a respeito do assunto: todas as regras do plano de saúde definidas na Cláusula 11 do Acordo Coletivo de Trabalho estão mantidas.

Parte dos sindicatos dos Correios, em algumas localidades do Brasil, iniciou um movimento de paralisação contra a Postal Saúde. Mas a maioria dos 35 sindicatos (22) não aderiu ao movimento, incluindo os maiores (São Paulo e Rio de Janeiro) e participa da Mesa Nacional de Negociação Permanente, com reuniões mensais com a empresa.

Funcionamento normal — Nesta sexta-feira (31) os Correios em todo o Brasil estão funcionando normalmente com 95,35% do efetivo total da empresa trabalhando, o que corresponde a 119.591 empregados — a aferição de presença é realizada por meio de sistema eletrônico. Todas as agências estão abertas e todos os serviços estão disponíveis.

Nas localidades onde há paralisação, os Correios implantaram plano de contingência e estão garantindo o funcionamento normal das atividades.

Originalmente publicado em 31/01/2014