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Sobre o Centro

O Centro Cultural Correios Rio de Janeiro está localizado na Rua Visconde de Itaboraí, 20, no centro da cidade. Integra o Corredor Cultural, tendo como vizinhos a Casa França Brasil, ao lado, e o Centro Cultural do Banco do Brasil, defronte.

Mais sobre o centro
O imóvel foi inaugurado em 1922. As linhas arquitetônicas da fachada, em estilo eclético, caracterizam o prédio do início do século, construído para sediar uma escola do Lloyd Brasileiro. Mas isto não ocorreu e o prédio foi utilizado, por mais de 50 anos, para funcionamento de unidades administrativas e operacionais dos Correios. Na década de 80, o imóvel foi desativado para reformas, sendo reaberto em 2 de junho de 1992, parcialmente restaurado, para receber a "Exposição Ecológica 92", evento integrante do calendário da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente - RIO 92.

A inauguração oficial do Centro Cultural Correios aconteceu em agosto do ano seguinte, com a Exposição Mundial de Filatelia - Brasiliana 93. Desde então, o Centro Cultural Correios vem marcando a presença da instituição na cidade com promoção de eventos em áreas diversas, como teatro, vídeo, música, artes plásticas, cinema e demais atividades voltadas à integração da população carioca com formas variadas de expressão artística.

Suas instalações, adequadas à realização de diversificada programação, ocupam integralmente os 3.480m2 da área do prédio. O Centro Cultural Correios Rio de Janeiro é dotado de três pavimentos interligados por um elevador, também do início do século, de onde se pode ter uma visão panorâmica de todo o ambiente interno.

No andar térreo, está localizado o Teatro com 320 m² e capacidade para 200 pessoas.

Também no térreo há uma Galeria de Arte para pequenas mostras. No segundo e terceiro pavimentos, estão localizadas dez salas de exposições, com infra-estrutura e iluminação propícia a eventos de grande porte.

Ao fundo da Galeria de Arte está localizada a Agência JK, que oferece os serviços de Correios e de conveniência, com funcionamento de terça-feira a domingo, do meio-dia às 19 horas.

O Centro Cultural Correios dispõe também de um Bistrô, que funciona durante o horário de realização dos eventos.

A Praça dos Correios - uma área aproximada de 1,3 mil m² ao ar livre, com espelho d'água e suporte de uma concha acústica, que pode receber um público numeroso para eventos a céu aberto.

O Centro Cultural Correios, em média anual, recebe um público 400 mil visitantes e promove cerca de 50 eventos, com atrações variadas de teatro, música, dança, cinema e vídeo, além das exposições de diversos tipos de arte.

Confira as plantas baixas do Centro Cultural Correios no Rio de Janeiro



Programação

EXPOSIÇÕES


“A BELEZA DO RIO ANTIGO” – ALFONSO MÁLAGA

“A BELEZA DO RIO ANTIGO” é uma série de desenhos que nos permitem ver detalhes da linda arquitetura que o Rio de Janeiro tem a oferecer, detalhes que hoje em dia passam desapercebidos devido a velocidade com a qual vivemos os nosso dias. Basta só desacelerar um pouco e olhar para tudo o que nos rodeia e poderemos ver aqueles ricos detalhes da bela arquitetura que  formam parte do  centro histórico da  cidade.

A mostra, composta por 50 desenhos pintados com a técnica de lápis de cor, sombreado e caneta fine pen no tamanho A3, é uma oportunidade para o público vivenciar as obras do Artista Plástico Alfonso Málaga, que trabalha com cores e tons suaves que dão vida às suas criações.  São essas misturas de cores e tons que permitem captar de forma dramática as belezas escondidas no centro da cidade maravilhosa.  

SOBRE  ALFONSO  MALAGA

Alfonso Málaga nasceu no 24 de dezembro de 1982 na cidade de Mollendo – Perú. No ano 2007, migrou para o Rio de Janeiro onde trabalha atualmente como tradutor intérprete  e  professor  de  línguas. A pintura para Alfonso Málaga tem sido sempre um instrumento  de  beleza.  Ele  projeta  nos  seus  desenhos  a  realidade daqueles  detalhes que  estão  presentes  no  nosso  dia  a  dia. Para  Alfonso  Málaga,  a  arte  é  uma combinação  de  sentimentos  e  emoções  os quais  ele  plasma  em  cada  desenho  que  faz. Por meio das  obras  que  fazem  parte  de  “A  BELEZA  DO  RIO ANTIGO” ele espera  poder  transmitir  esses  sentimentos  para  as  pessoas  com  cada  traço  e cor  presentes  nas  suas  obras.

Serviço:

Exposição: “A BELEZA DO RIO ANTIGO” – ALFONSO MÁLAGA
Abertura: 06 de fevereiro de 2019, às 19h
Visitação: de 07 de fevereiro a 10 de março 2019
Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 12h às 19h.
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, n. 20, Centro, Rio de Janeiro.
Tel.: 2253-1580 (recepção)


“DESLOCAMENTOS” – RODRIGO PEDROSA

As pinturas que Rodrigo Pedrosa apresenta vêm na sequência de sua mostra Humanidades em que podíamos vislumbrar seus questionamentos mais íntimos sobre os rumos que estamos vendo nossas escolhas nos levarem: ao abismo da solidão, do medo e mesmo da autodestruição. A ambiguidade que permeava aquele conjunto de esculturas e pinturas está, nas relações que cada conjunto de telas possui, refletida no espectro imagético selecionado e descrito pelo artista como eixo fundamental de suas investigações artísticas. Fica claro para aqueles que acompanham sua produção o quanto lhe é árduo debruçar sobre questões que tratam da condição humana nos dias de hoje. É o artista que se ergue dos escombros e se põe em marcha na denúncia de acontecimentos cujo viés claramente aponta para a falência do que entendemos como civilização. Em seus dípticos ficam também evidentes as confusões que a cada dia são criadas pela profusão de imagens que encontramos espalhadas na world wide web. Rodrigo é pródigo em perceber, coletar, contrapor, propor, instigar o confronto entre elas, por que mais que buscar enaltecer a imagem ele busca salientar a relação entre coisas e fatos distintos, um reflexo que mostra o avesso dos eventos e seu duplo, talvez impossibilidades que se constituam num desafio para o futuro: como viver juntos?

Deslocar contextos é o leitmotiv da exposição que exaure o olhar comparativo pelo absurdo de suas premissas que vão requerer do observador reflexão, alteridade, amplitude visual. Não bastará passar em revista cada tela, ainda que elas estejam restritas a poucos elementos, posto que a forma é apenas um aperitivo, o que importa é desvelar as camadas de tinta e chegar às minúcias da fatura pelo seu conteúdo. Rodrigo está lado a lado com artistas contemporâneos como o britânico Banksy ou o turco Ugur Gallen na construção de imagens que confrontam utopias e distopias, crônicas de um tempo líquido, incerto, ainda por achar seu caminho.

Osvaldo Carvalho

Serviço:

Exposição: “DESLOCAMENTOS” – RODRIGO PEDROSA
Abertura: 06 de fevereiro de 2019, às 19h
Visitação: de 07 de fevereiro a 10 de março 2019
Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 12h às 19h.
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, n. 20, Centro, Rio de Janeiro.
Tel.: 2253-1580 (recepção)



“DE FORA PARA DENTRO” – CARLOS BERTÃO

O Centro Cultural Correios e a ECOCEB têm o prazer de apresentar DE FORA PRA DENTRO, uma exposição coletiva que reúne cinco renomados artistas cariocas - Bruno BR Bogossian, GAIS Ama, Marcelo Macedo MACK, MATEU Velasco e Rodrigo VILLAS, que têm como ponto comum de suas carreiras o início nas ruas, se expressando através do grafite, passando posteriormente a desenvolver obras para serem expostas em ambientes fechados, como museus, centros culturais, galerias de arte.

BR, que integrou o coletivo pioneiro do grafite no Rio, Fleshbeck Crew, depois de se dedicar ao desenho, encontra-se numa fase mais abstrata, pintando sem qualquer esboço, equilibrando formas e cores.

GAIS, criado na Comunidade da Maré, começou muito jovem a grafitar os muros do Rio, tendo trabalhos realizados também nas ruas de Amsterdã e Roterdã. Hoje tem trabalhos expostos em galerias no Brasil e no exterior.

MACK transita entre o criar e o recriar, gerando com essas combinações e possibilidades um grande quebra-cabeça, criando peças onde os objetos passam a ter uma nova vida em um novo corpo.

MATEU tem em seu currículo inúmeros cursos de gravura, ilustração, caligrafia experimental e computação gráfica. Com esta bagagem, Mateu desenvolveu um estilo próprio em suas obras, que podem ser vistas em galerias de arte do Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre, Paris e Lisboa.

VILLAS é ilustrador e artista plástico carioca com passagem bem sucedida em Barcelona. Criou um canarinho de madeira, o LOVE BIRD, em cores vibrantes, colocados em fios de eletricidade, espalhados em diversas cidades pelo mundo.

A mostra coletiva tem a Curadoria de CARLOS BERTÃO.

Maiores informações podem ser obtidas com o Curador, Carlos Bertão - cbertao@gmail.com, 21-97123-2009.

Serviço:

Exposição: “DE FORA PARA DENTRO” – CARLOS BERTÃO
Abertura: 20 de fevereiro de 2019, às 19h
Visitação: de 21 de fevereiro a 07 de abril 2019
Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 12h às 19h.
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, n. 20, Centro, Rio de Janeiro.
Tel.: 2253-1580 (recepção)



“BRASILEIROS EM FLORENÇA” – RUY SAMPAIO



Artistas que apresentaram obras na Bienal de Florença abrem exposição no Centro Cultural Correios

No dia 20 de fevereiro, quarta-feira, às 19h, inaugura, no Centro Cultural Correios, no Rio de Janeiro, a coletiva “Brasileiros em Florença”, com curadoria de Ruy Sampaio. Os artistas, a convite do curador, participaram, em anos distintos da Bienal de Florença, na

Itália. Agora, em 2019, novamente a convite de Ruy, abrem esta mostra, que faz um passeio pelos últimos 20 anos da Bienal de Florença, no período em que se tornou Comissário desta bienal. São eles: Célia Shalders, Fernando Mendonça, Guilherme Secchin (In memoriam), Marilou Winograd, Mário Camargo, Roberto Lacerda, Osvaldo Gaia, Sandra Felzen e Viviane D’Ávilla. A exposição apresenta cerca de 50 obras, entre pinturas, objetos, fotografias e instalações. Cada artista com a sua particularidade e técnica própria.  Os artistas brasileiros foram a Florença e, agora, Florença vem ao Brasil. “Este projeto sobre a Memória é uma homenagem à Bienal Florentina”. 

As obras escolhidas refletem a produção contemporânea de cada um. Mais sobre os artistas e suas obras:

Célia Shalders nasceu no Rio de Janeiro. Épintora, gravadora, desenhista e artista gráfica.Teve formação com Ivan Serpa,J osé Assunção de Souza, Maria de Lourdes Novaes e Frank Shaeffer .Abriu individuais e participou de coletivas no Brasil e no exterior. Recebeu diversos prêmios, entre eles, na década de 60, no II Salão Nacional de Arte Contemporânea, em Campinas (Prêmio Prefeitura Municipal); em 1974, no XXIII Salão Nacional de Arte Moderna do Rio de Janeiro (Prêmio de Viagem ao País); e em 1976, Premio Internazionale Biella per Lincisione, na Itália. Nesta exposição, a artista vai mostrar gravuras em metal, trabalhos expressionistas sobre tela, usando tinta industrial, carvão e texturas, além de trabalhos feitos sobre preto com lixívia, tela pintada com terra e recortes para que seja possível visualizar outra tela pintada sob a recortada.

Guilherme Secchin, artista visual, falecido em 2016 aos 57 anos. Ficou conhecido em meados dos anos 1980, quando suas telas estão repletas de cenas noturnas e bares. Também pintava a cidade, a Lagoa e o Jardim Botânico, bairro onde morava e tinha seu ateliê. Ao longo de sua carreira, após muitas exposições individuais e coletivas no Brasil, na França, na Inglaterra, nos Estados Unidos, em Moçambique, na Itália, na Alemanha e no Equadror, Secchin declarou ser um artista em constante transformação. Para esta mostra, vai exibir 1 trabalho inédito de pintura em acrílica sobre tela - um dos últimos trabalhos dele.

Fernando Mendonça vive e trabalha no Rio de Janeiro. É pintor maranhense, cuja obra trata questões figurativas contemporâneas com constantes referências à pintura fora do cavalete convencional, unindo, assim, convenções e rupturas. Para esta exposição, vai apresentar um trabalho de pintura e memória: um políptico que compõem uma imagem iconográfica e topográfica interligada, executado a partir de gavetas resgatadas em caçambas de lixo, envelopadas com telas de pinturas convencionais. Dono de uma pintura forte e instigante, acabou de chegar do Canadá, onde apresentou, em exposições individuais, seus últimos trabalhos.

Marilou Winograd trabalha com macro imagem, é pioneira no Brasil em relação a esta

  1. Reconstrói e processa fotos e colagens resignificando conceitos e conteúdos. Vive e produz no Rio de janeiro. Participa desde 1970 de exposições individuais, coletivos,

congressos e bienais no Brasil e no exterior, com fotos, vídeos, instalações, objetos e pinturas. Publicou o livro ‘O Silêncio do Branco’, em 2004, relato visual da sua viagem à Antártica num contraponto com a sua obra. É curadora do projeto Zona Oculta – entre o público e o privado, do projeto Acesso Arte Contemporânea, ambos com mais de 370 artistas. Para esta exposição, vai apresentar uma nova série [MISE EN ABYME]. Serão 4 fotos/colagens analógicas impressas de seda de 140 x 200 cm cada e 2 caixas de espelhos com agulhas de 20 x 20 x 15 cm cada, uma ocupando 140 x 850 cm. O video/arte apresentado por Marilou em 2007, na Itália, foi o primeiro vídeo/arte apresentado na Bienal.

Mário Camargo é um dos artistas que vai apresentar parte da mesma obra que expôs em 2017, na Itália. Trata-se de 2 instalações, uma composta por 18fotos que foram expostas na Bienal formando um painel de 230 x 150 cm e outra sequência de 14 fotos que, no seu conjunto, expõe o espectador a uma paisagem, que engana os sentidos, na trilha do ilusionismo. Nos jardins/floresta da Villa Borghese formada por centenas de pinheiros negros da Áustria, Mario registrou, em suas fotos, verdadeiras obras de arte extraídas dessas imagens. Mostrou o que passa despercebido aos olhos dos visitantes. Recebeu prêmios de viagem a Paris, no Intercâmbio Cultural França – Brasil, e no Chile no ‘Concurso Latino Americano de Pintura’. Possui obras em coleções públicas e particulares. Realizou individuais e coletivas no Brasil e no exterior em feiras e galerias.

Osvaldo Gaia foi premiado, em 2007, na Bienal Internacional Dell’Arte Contemporânea, em Firenze, na Itália. Ganhou o prêmio uma ‘medalha de ouro’ pelo conjunto de obras expostas. É natural de Belém, mas vive e trabalha no Rio de Janeiro. Escultor e pintor. Sua formação artística foi se constituindo através de pesquisa e experimentações dentro do universo amazônico com elementos que se identificam como estruturas escultóricas, porém em um escopo abrangente e perceptível da forma, em relevos, texturas e transparências. Já abriu coletivas e individuais no Brasil e no exterior. Sua produção artística abrange desde pequenos objetos a instalações e intervenções urbanas. Em 2014, realizou residência na Casa da Imagem em Vila Nova de Gaia/Portugal e, em 2015, no Instituto Massenzio Arte em Roma/Itália. Ganhou o Grande Prêmio, no Salão de Arte Contemporânea em Belém e na Feira de Arte Artigo Rio. Suas obras se encontram em importantes coleções particulares e institucionais. Nesta mostra dos Correios, vai apresentar a instalação ‘Elementos De Um Elo’ que destaca o peso, o equilíbrio e a sustentação da condição humana na Terra. E o faz com os elementos que a região amazônica oferta em conexão com a modernidade de outros materiais reinventados pelo artista.

Roberto Lacerda abriu, recentemente, uma exposição em Bruxelas, na Bélgica, que foi muito elogiada pela mídia internacional. Nesta exposição, ele vai falar de tempo, de transformações e de passagens, usando como elemento de síntese a seda, milenar e universal. O artista deixa-se levar pelo acaso, claramente percebido num certo tachismo surgido da técnica com que trabalha inicialmente o suporte, para depois, conduzido pelo desejo de transformar o que antes era pura casualidade, inserir fios metálicos no tecido, antes vaporoso, para manipular a forma, dar estrutura ao conjunto, estabelecendo caminhos paradoxalmente opostos. Vai apresentar casulos, produzidos em seda bruta (antes de ser retirada a cera) e pintadas com nanquim e tecidas com fios de aço.

Sandra Felzen é formada em Química e Mestre em Ciências Ambientais. Iniciou seus estudos em artes plásticas durante os anos 80 em Nova York e, a partir daí, dedicou-se inteiramente às Artes. Sua temática é muito relacionada às questões ambientais e à Natureza, de uma forma geral. Realizou várias exposições individuais no Brasil e nos Estados Unidos. Participou de diversas coletivas no Brasil e no exterior, como a 5 a Bienal de Florença de Arte Contemporânea, no ano de 2005. Sua poética visual envolve as linguagens do desenho e da pintura, a relação entre a trama da textura e do traçado com a matéria pictórica. Ao explorar uma ampla variedade de tons, busca a luminosidade particular de cada obra. Os materiais dos quais se utiliza são óleos, têmperas, bastões a óleo e pastéis a óleo. O suporte é a tela, onde inicialmente aplica colagens de tecidos. A série azul a ser apresentada nesta exposição, demonstra sua transição do elemento terra para o elemento água. A sensação é de fluidez e movimento, evocando, assim, o ir e vir do mar.

Viviane D’Ávilla abriu, em 2018, exposição em Paris, através de uma galeria da Áustria. Jornalista e documentarista brasileira, natural da cidade do Rio de Janeiro, conheceu a fotografia ao longo do curso de jornalismo. Em busca de um maior aprofundamento concluiu cursos de especialização, na escola Ateliê da Imagem e fez aulas de Portfólio e História da Arte e Fotografia Contemporânea na EAV Parque Lage. Em Nova York, estudou técnicas fotográficas na Parsons; no International Center of Photgraphy, fez aulas de Fotografia Documental, Filmagem e Edição de vídeos. Foi pra Índia, em 2017, filmar um projeto autoral de um documentário, que foi selecionado para o Festival Do Rio e o Canal Futura e agora está sendo selecionado para alguns editais internacionais. Concluiu o filme em 2018.Para “Brasileiros em Florença”, vai apresentar a série ‘Alma’, desenvolvida em paisagens remotas localizadas em sua cidade, por meio de estudos sobre psicologia, a história da mulher ao longo dos anos, Viviane busca uma experiência imagética através da psique feminina, com imagens que enfatizam o poder feminino e sua íntima conexão com a força criativa da natureza. Em 2017, recebeu premiação na Bienal de Florença.

Serviço:

Exposição: “BRASILEIROS EM FLORENÇA” – RUY SAMPAIO
Abertura: 20 de fevereiro de 2019, às 19h
Visitação: de 21 de fevereiro a 07 de abril 2019
Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 12h às 19h.
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, n. 20, Centro, Rio de Janeiro.
Tel.: 2253-1580 (recepção)

 

“OGNUNO IL SUO STILE” – TARTAGLIA ARTE
Ognuno Il Suo Stile
 

A organização artística Tartaglia Arte - Roma tem o prazer de convidar para a abertura da Exposição “ Ognuno il suo stile – La arte e le sue forma ” (Cada um no seu Estilo-A Arte e a sua forma), dia cinco de dezembro próximo, no Centro Cultural dos Correios, Rio de Janeiro.

Ao se tratar de uma amostra internacional, nada mais simbólico que reunir esse time de artistas nos Correios. Acreditamos, que, ninguém há de opor-se à ideia que essa instituição representa historicamente um dos arautos do processo de globalização, que, hoje é algo intimamente relacionado ao cotidiano de qualquer cidadão, afinal, mesmo o mais simples indivíduo tem acesso a um celular conectado à internet.

A mostra reúne 28 artistas, embora predomine a nacionalidade italiana e brasileira, inclui representantes da Argentina, Portugal e Moçambique. Como o título da exposição sugere várias formas expressão, entre elas a pintura, a escultura, o vídeo e a instalação apresentam a individualidade de cada artista, cada um com sua técnica, experiência e linha de pesquisa.

Trata-se da nona edição de um evento internacional que nasceu em Roma em 2011. Além da Itália, já teve mostras na França, China e volta ao Brasil pela segunda vez.

Os contrastes e as oposições apresentadas por obras originais, produzidas especialmente para evento, curiosamente representam a unidade da coleção. Uma das características da Pós Modernidade é a fragmentação da realidade, realidade essa, que afirmam os filósofos, só existe enquanto concebida. Porém, essa realidade fragmentada, faz parte de uma totalidade ou unidade, utópica para alguns, isso é verdade, porém não menos real.

Nessa orientação, um dos elementos que norteou a criação do projeto foi a possibilidade do acervo reunido ser acessível on line, e cada espectador possuir o direito de eleger qual a sua obra preferida. Porém, o Centro Cultural dos Correios e a La Tartaglia Arte, esperam que o púbico não se contente apenas em fazer uma visita virtual e não abrem mão de sua presença física na amostra.

Ricardo Muniz de Ruiz -historiador e poeta.

Serviço: 

Exposição: “OGNUNO IL SUO STILE” – TARTAGLIA ARTE

Abertura: 05 de dezembro de 2018, às 19h
Visitação: de 06 de dezembro de 2018 a  10 de fevereiro de 2019
Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 12h às 19h.
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, n. 20, Centro, Rio de Janeiro.
Tel.: 2253-1580 (recepção)

 

“A MAGIA DE ROBERT e. KUHN” – VERA RUPP

A Magia de Robert

Com curadoria de Vera Rupp, a exposição traz a bela coleção de Gretchen Sarmento e Família Kuhn à duas galerias do Centro Cultural Correios do Rio de Janeiro.

 

A exposição “Magia de Robert E. Kuhn” faz parte da programação do Centro Cultural Correios entre 28 de novembro e 27 de janeiro.  Estarão expostas pela primeira vez no Brasil as pinturas e esculturas deste americano que viveu de suas criações e tem como inspiração o Jazz. E deixou como legado na família Kuhn a criatividade.

Os irmãos Gretchen Kuhn Sarmento, Happy J. P. Kuhn, Dennis Nathan Kuhn e

Daniel R. Kunh estão homenageando o centenário do pai. A sua única filha vive aqui no Brasil há 50 anos. Todos os filhos desta família são artistas, seja na música ou nas artes plásticas.

Uma curiosidade que é o artista viveu os últimos 10 anos de sua vida cego e mesmo assim continuou a pintar.

A exposição ocupa duas galerias do Centro Cultural Correios:

Esculturas: Galeria do térreo, de 29 de novembro a 10 de fevereiro de 2019
Pinturas: Galeria A do 2º andar, de 08 de dezembro a 10 de fevereiro de 2019

A curadoria é da arquiteta Vera Rupp.

Algumas peças foram restauradas pelos filhos e também as pinturas nas paredes são deles.

Sobre o artista

www.robertekuhn.art

Robert E. Kuhn (1917, Grand Rapids, Michigan, EUA - 2000, Tanners Ridge, Virginia, EUA) foi um escultor e pintor. Kuhn frequentou o Art Institute of Chicago e em seguida foi contratado pela Works Progress Administration, agência nacional americana de empregos da era da Grande Depressão. Passou alguns anos no México, onde aprendeu a trabalhar com aço soldado, antes de retornar aos Estados Unidos e se mudar para Washington, já nos anos 1950.

Kuhn começou sua carreira artística como pintor e ao longo de sua vida trabalhou figurativa e abstratamente, produzindo centenas de grandes pinturas em diferentes escalas. Posteriormente passou a se dedicar exclusivamente à pintura abstrata e, como muitos pintores americanos de meados do século XX, teve o jazz como inspiração.

“Meu trabalho, pinturas e esculturas são expressões simples e diretas. O objetico não é construir um retrato preciso de um determinado assunto, mas sim isolar a ação e a vitalidade que dão vida e personalidade. Eu busco fazer isso através da linha. Distorções são uma ferramenta de que uso para alcançar meu objetivo”, declarou o pintor ao explicar sua escolha pela pintura abstrata.

Entre os anos de 1954 e 1960, Kuhn passou a viver exclusivamente da venda de seu trabalho artístico, sustentando sua família em uma antiga casa da embaixada em N.W Washignton, D.C.

Em 1966, mudou-se para uma igreja abandonada em Tanners Ridge, em Virgínia, onde viveu durante seus últimos 34 anos e onde permanecem o espólio de sua obra com seu jardim de esculturas e galeria.

Ao longo de sua carreira, Kuhn apresentou 28 exposições individuais e de 1953 a 1990. Foi representado por galerias em Nova York, Washignton D.C, Chicago, Los Angeles e São Francisco. Após sua morte em 2000, seu espólio passou a ser representado por galerias no Rio de Janeiro, Brasil e pela The Peterman Co., em Lexington, Kentuchy, EUA.

 

Serviço:

Exposição: “A MAGIA DE ROBERT e. KUHN” – VERA RUPP
Abertura: 28 de novembro de 2018, às 19h
Visitação: de 29 de dezembro de 2018 a 10 de fevereiro de 2019
Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 12h às 19h.
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, n. 20, Centro, Rio de Janeiro.
Tel.: 2253-1580 (recepção)


“PINCEL ORIENTAL – UMA EXPEDIÇÃO ARTÍSTICA NO BRASIL” – BYRON MENDES

Pincel Oriental

O Brasil, sua natureza e cultura pelo olhar dos atuais pintores chineses.

Numa versão contemporânea das expedições artísticas do século 19 realizadas pelos pintores Debret e Rugendas, grupo de seis pintores chineses retratou o cotidiano e as belezas de cinco cidades brasileiras após expedição realizada em agosto e setembro no Brasil.

Os pintores Fan Zhibin, Fang Zhengue, Zeng Fu, I Ban, Liu Mo e Shan Ren percorreram Rio de Janeiro, Ouro Preto, Salvador, São Paulo e Foz do Iguaçu para captar e retratar em técnicas milenares de nanquim e aguada as mais de 20 obras que estarão reunidas em exposição e livro de arte no Centro Cultural dos Correios.

Com o objetivo de estreitar o diálogo entre a China e o Brasil, a empresa State Grid Brazil Holding-  há oito anos atuando no setor elétrico brasileiro em linhas de transmissão-, em parceria com a Dell´Arte Soluções Culturais e Interlúdio Eventos, promove o projeto “Pincel Oriental – uma expedição artística no Brasil”,que culmina numa exposição, no lançamento de um livro de arte e uma mostra de cinema chinês, a partir de 29 de novembro, no Centro Cultural Correios.

O projeto resgata, num viés contemporâneo, o espírito das expedições artísticas realizadas por pintores europeus no Brasil no século 19, como o francês Jean-Baptiste Debret (1768-1848) ou o alemão Johann Moritz Rugendas (1802-1858), que imortalizaram, através de seu olhar, cenas do cotidiano brasileiro em suas obras.

A viagem (aqui valendo o duplo sentido) começou no Rio de Janeiro, quando os seis pintores visitaram o Pão de Açúcar e deraminício à criação de suas obras, emnanquim e aguada sobre Xuan (papel fino e resistente produzido a partir da amoreira, bambu e juta). Na sequência, visitaram outros pontos da cidade e seguiram Brasil afora durante agosto e setembro visitando as locações em Ouro Preto, Salvador, Foz do Iguaçu e São Paulo.

Fan Zhibin, Fang Zhengue, Zeng Fu, I Ban, Liu Mo Shan Ren, os seis pintores selecionados para a aventura brasileira, são consagrados em seu país de origem, com carreiras sólidas e reconhecidas tanto no meio artístico quanto acadêmico – têm livros e ensaios publicados, lecionam em escolas de arte, expõem regularmente. Alguns são também caligrafistas, ofício considerado uma arte nobre na China.

O BRASIL PELO OLHAR DOS ARTISTAS CHINESES

Fan Zhibin,sobre diversidade de pessoas: Regiões muito diferentes! O idioma, a comida, a cultura, a aparência… Tudo parecia diferente entre o Rio, o nordeste e o sul... É como na China, vários povos em um grande território. Sabe, existe uma grande diversidade de pessoas no Brasil: gente com diferentes tipos físicos de cabelo e tom de pele. 

Liu Mo, sobre a natureza: A vegetação do país é incrível, e olha que considero o meu país único e maravilhoso. Vi muitas cores, diferentes tipos de árvores. Tudo bonito para ser retratado, conheci frutas e sucos que nunca tinha visto.

Fang Zhenghe, sobre pássaros: Eu adoro retratar aves nos meus trabalhos, vi muitas espécies de pássaros, e não nos cansávamos de olhar para eles. Parávamos próximo da vegetação para fazer diversos esboços deles. Aproveitando o canto que cortava inesperadamente o silêncio.

Shan RenNunca tinha visto um lugar onde a natureza se mistura tanto com as cidades no dia-a-dia das pessoas.

I BanPessoas amigáveis e abertas. Todo mundo dizendo “olá , boa tarde!”, e sempre abrindo sorrisos.

AEXPOSIÇÃO E O LIVRO

A expedição chinesa resultou na criação de 23 novas obrasque, somadas a mais 14 já existentes, serão objeto da exposição que será inaugurada dia 29 de novembro no Centro Cultural Correios, no Rio de Janeiro. Cada um dos seis artistas terá em média seis obras expostas. A curadoria é do produtor Byron Mendes.

Além da exposição, será lançado um livro de arte, PINCEL ORIENTAL (ED. Arte Ensaio, 100 pg), contendo as imagens das obras e os registros da viagem, como num diário de bordo. Este livro será distribuído gratuitamente a bibliotecas públicas de todo o país.

O texto de abertura do livro é do crítico e curador de arte Enock Sacramento, membro das Associações Paulista, Brasileira e Internacional de Críticos de Arte. 

BYRON MENDES – curador e produtor executivo

Byron Mendes têm experiência  no desenvolvimento de projetos nacionais e internacionais. Desenvolveu exposições em galerias e instituições culturais dos Estados Unidos, Alemanha, Espanha e Londres. Em 2010 fundou e administrou a Galeria de Arte Kunst, uma das primeiras galerias privadas de Petrópolis, com acervo de artistas de todo o país, dentre eles Cícero Dias, Carlos Vergara e Siron Franco. No inicio da década, se dedicou à organização, curadoria e produção de eventos internacionais ligados a arte e cultura, coordenando eventos em cinco importantes cidades mundiais: Frankfurt, Brasília, Nova York, Londres e Paris. Nos últimos anos tem se dedicado a formatação e produção de projetos em diferentes linguagens.

ENOCK SACRAMENTO – texto de abertura do livro

Enock Sacramento é membro das Associações Paulista, Brasileira e Internacional de Críticos de Arte. Participou de aproximadamente 180 júris de salões de arte, curou mais de 200 exposições no Brasil, América Latina, Estados Unidos e Europa, prefaciou cerca de 180 catálogos de exposições, publicou numerosos artigos na imprensa e 34 livros sobre arte e artistas brasileiros. Em função de sua atuação como crítico e curador de arte, recebeu, em 2004 e 2016, o Prêmio Gonzaga Duque, da ABCA - Associação Brasileira de Críticos de Arte, por atividades desenvolvidas no ano anterior (crítico do ano) e, em 2011, o Prêmio Mário de Andrade por sua trajetória como crítico e curador de arte. É curador da Fundação José e Paulina Nemirovsky, em São Paulo.

 

OS PINTORES

FAN ZHIBIN 

Nasceu em dezembro de 1972 em Hohhot City, Mongólia Interior. Formado em pinturas chinesas pelo Departamento de Artes do Leste em Nankai University, graduou-se no estúdio de pintura de figura chinesa da Luxun Academy of Fine Artse obteve o mestrado em 2002. Acadêmico da Chinese Artists Association, supervisor de pesquisa no departamento de arte da Academia de Artes da Universidade de Beijing, reitor da Academia de Pintura Chinesa de Shanxi e da Youth Academy e presidente honorário da Baoding Youth Artists Association. Seus trabalhos buscam uma expressão elegante e fluida na pintura tradicional Chinesa. 

FANG ZHENGHE

Nasceu em Yunxiao, província de Fujian, em novembro de 1970. Formado pelo Departamento de Arte da Faculdade de Ji Mei em 1990, obteve o grau de Mestre em Artes em 2009, quando se formou no Naning Arts Institute. Atualmente é pintor profissional da Academia de Pintura de Pequim, também artista de nível nacional, membro da Associação de Artistas Chineses e da Associação Chinesa de calígrafia. Fang Zhenghe mergulha na essência da pintura das Dinastias Song e Yuan. As pinturas de Fang Zhenghe são conciliam tradição com inovação. 

ZENG FU 

Nasceu na Província de Fujian, China, em 1968. Formou-se na Fujian Art Schoolem 1989. Foi editor de arte de revistas literárias. Atualmente é pintor profissional, especialmente engajado na pintura chinesa e na criação de caligrafias. 

I BAN 

Possui outros nomes artísticos como Sui Mu, Banshizhe Yi, Yu Jue, Sui Baosen. Nasceu em Jiaonan, localizada na província de Shandong, em 1968 e vive atualmente em Pequim. É́ calígrafo, pintor e colecionador. Foi convidado para ser professor na Escola de Arte da Universidade Renmin da China, é também presidente da Yujue Society, diretor do escritório de pintura contemporânea Chan e do instituto de pesquisa de arte de Xi’an Academia Chinesa de pintura. 

LIU MO 

Mestre em História das artes plásticas chinesas. Doutor em Literatura e estudos artísticos, pós-doutorado em História, pesquisador do Instituto de Recursos Históricos e Culturais da Universidade de Pequim, professor convidado da Escola de Pós-Graduação da Academia Nacional Chinesa de Artes. Atualmente está voltado para os estudos de clássicos Confucianos, história de pesquisa acadêmica antiga e história da arte, além de ser adepto da caligrafia e da pintura. 

SHAN REN 

Shan Ren, anteriormente conhecido como Guo Zhishan, mora em Pequim e Xiamen. Pintor profissional e poeta. Possui Mestrado da Universidade de Xiamen. É pintor da academia de criação de pintura chinesa do ministério da cultura. Suas pinturas foram selecionadas para a exposição de nomeação contemporânea de tinta chinesa, também realizou a exposição internacional de pintores do Uzbequistão, em 2017, e a exposição de nomeação de jovens pintores chineses em Danqing Huamao, a exposição de caligrafia e pintura do 40º aniversário da CCPPC na província de Fujian. 

STATE GRID BRAZIL HOLDING - patrocinador

A iniciativa de realizar esta expedição artística pelo Brasil é um empreendimento cultural levadoadiante através da associação da empresa State Grid Brazil Holding – SGBH,a academias nacionais da China e artistas de mérito reconhecidonacionalmente.

A State Grid Brazil Holding, empresa de origem chinesa pertencente ao grupo State Grid Corporation of China, está no Brasil desde 2010, atuando no setor de transmissão de energia. 

Uma das maiores companhias do setor no país. a SGBH utiliza tecnologia de ponta e é comprometida com um alto padrão ambiental, social e com a melhoria da segurança, estabilidade e confiabilidade no fornecimento de energia.

Atualmente, o Grupo detém 18 concessionárias e outras cinco concessões por meio de consórcios com participação de 51% em cada. Grandes cidades como Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, bem como extensas áreas próximas a centros de carga já estão cobertas por cerca de 12,5 mil km de linhas de transmissão, o que torna a companhia uma das maiores do Brasil no setor.

Entre seus principais empreendimentos, estão os dois bipolos de transmissão da Usina de Belo Monte - as maiores linhas de transmissão do mundo - que utilizam tecnologia inédita de ±800 kV UATCC.

Uma das missões da SGBH é promover a cultura e o bem-estar da sociedade através de projetos socioculturais. Entre os projetos que apoia, estão a Orquestra Maré do Amanhã, Cantos de Leitura, Hospital do Amor além de proporcionar programas que integram as culturas chinesa e brasileira.

 

FICHA TÉCNICA

Artistas: Fan Zhibin, Fang Zenghe, Zeng Fu, I Ban,Liu Mo e Shan Ren
Curadoria:  Byron Mendes 
Textos: Enock Sacramento
Expografia: Janaina Arantes
Iluminação: Julio Katona
Cenografia: Beto Almeida
Programação Visual: Luiz Borgeth
Coordenação: Wang Weiguag
Realização: Ministério da Cultura
Produção: Dell'Arte Soluções Culturais
Assessoria de Imprensa: JSPontes Comunicação – João Pontes e Stella Stephany

 

Serviço:

Exposição: “PINCEL ORIENTAL” – BYRON MENDES
Abertura: 29 de novembro de 2018, às 19h
Visitação: de 30 de dezembro de 2018 a 10 de fevereiro de 2019
Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 12h às 19h.
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, n. 20, Centro, Rio de Janeiro.
Tel.: 2253-1580 (recepção)


 

Centro Cultural Rio de Janeiro


Visitação:
Centro Cultural Correios
Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro
Corredor Cultural
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Telefone: 0XX 21 2253-1580
Fax: 0XX 21 2253-1545
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Funcionamento:
O Centro Cultural Correios recebe visitantes de terça-feira a domingo, das 12 às 19h
Entrada franca.