Portal dos Correios

Sobre o Centro

O Centro Cultural Correios Rio de Janeiro está localizado na Rua Visconde de Itaboraí, 20, no centro da cidade. Integra o Corredor Cultural, tendo como vizinhos a Casa França Brasil, ao lado, e o Centro Cultural do Banco do Brasil, defronte.

Mais sobre o centro
O imóvel foi inaugurado em 1922. As linhas arquitetônicas da fachada, em estilo eclético, caracterizam o prédio do início do século, construído para sediar uma escola do Lloyd Brasileiro. Mas isto não ocorreu e o prédio foi utilizado, por mais de 50 anos, para funcionamento de unidades administrativas e operacionais dos Correios. Na década de 80, o imóvel foi desativado para reformas, sendo reaberto em 2 de junho de 1992, parcialmente restaurado, para receber a "Exposição Ecológica 92", evento integrante do calendário da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente - RIO 92.

A inauguração oficial do Centro Cultural Correios aconteceu em agosto do ano seguinte, com a Exposição Mundial de Filatelia - Brasiliana 93. Desde então, o Centro Cultural Correios vem marcando a presença da instituição na cidade com promoção de eventos em áreas diversas, como teatro, vídeo, música, artes plásticas, cinema e demais atividades voltadas à integração da população carioca com formas variadas de expressão artística.

Suas instalações, adequadas à realização de diversificada programação, ocupam integralmente os 3.480m2 da área do prédio. O Centro Cultural Correios Rio de Janeiro é dotado de três pavimentos interligados por um elevador, também do início do século, de onde se pode ter uma visão panorâmica de todo o ambiente interno.

No andar térreo, está localizado o Teatro com 320 m² e capacidade para 200 pessoas.

Também no térreo há uma Galeria de Arte para pequenas mostras. No segundo e terceiro pavimentos, estão localizadas dez salas de exposições, com infra-estrutura e iluminação propícia a eventos de grande porte.

Ao fundo da Galeria de Arte está localizada a Agência JK, que oferece os serviços de Correios e de conveniência, com funcionamento de terça-feira a domingo, do meio-dia às 19 horas.

O Centro Cultural Correios dispõe também de um Bistrô, que funciona durante o horário de realização dos eventos.

A Praça dos Correios - uma área aproximada de 1,3 mil m² ao ar livre, com espelho d'água e suporte de uma concha acústica, que pode receber um público numeroso para eventos a céu aberto.

O Centro Cultural Correios, em média anual, recebe um público 400 mil visitantes e promove cerca de 50 eventos, com atrações variadas de teatro, música, dança, cinema e vídeo, além das exposições de diversos tipos de arte.

Confira as plantas baixas do Centro Cultural Correios no Rio de Janeiro



Programação

MÚSICA

Música nos Correios – Concertos Didáticos
Os Clássicos de Tom Jobim

“Os Clássicos do Tom Jobim”, apresentado pelo Quinteto Brasil Total sob a direção do maestro Jorge Eder, traz um pouco da história do grande maestro Antônio Carlos Jobim, além de uma seleção de suas melhores músicas. Serão executados clássicos como, Garota de Ipanema, Wave, Chega de Saudade, Samba do Avião, dentre outros.

Serviço:
Concerto: Os Clássicos de Tom Jobim
Data: De 10 a 15 de junho de 2018
Hora: 16h
Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)
Local: Centro Cultural Correios (auditório do 2º andar)
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro – Rio de Janeiro
Telefone: 2253-1580
centroculturalrj@correios.com.br


EXPOSIÇÕES

MÊS DO JAPÃO - comemoração pelos 110 anos de imigração japonesa no Brasil

Evento reúne exposições, mostra de cinema japonês,oficinas de artes e cultura pop, culinária e instrumentos musicais

Em comemoração aos 110 anos de imigração japonesa no Brasil, acontece em julho, no Centro Cultural Correios do Rio de Janeiro, o Mês do Japão. A programação é gratuita e conta com duas exposições, além de mostra de filmes japoneses, oficinas de origami, ikebana, bonsai, mangá, cosplay, culinária e taiko (tambor japonês).

A exposição principal, “Caminho da Luz e Esperança”, da fotógrafa Miro Ito, apresenta raros registros fotográficos em pergaminho das imagens de Buda e Tesouros Nacionais do templo Tōdai-ji, famoso por seu Grande Buda Vairocana concluído em 752 DC, sendo identificado por muitos japoneses como símbolo de resiliência. Hoje, o local constitui parte do Patrimônio Mundial da UNESCO: Monumentos Históricos da Antiga Nara.

Além disso, a exposição itinerante internacional “Variação e Autonomia: As Gravuras de Artistas Japoneses Contemporâneos” apresenta obras de arte de dez renomados artistas, lançando luz sobre este novo campo artístico, desenvolvido a partir dos anos 70.

O Cine Japão apresenta filmes japoneses contemporâneos e clássicos. Dentre os diretores escolhidos, destaca-se Makoto Shinkai e sua obra "5 Centímetros por Segundo", ganhadora do Asia Pacific Screen Awards de melhor filme de animação.

O evento conta também com oficinas culturais, tais como as artes tradicionais do bonsai,  origami (dobradura de papel) e ikebana (arranjo floral); a cultura pop marca presença com mangá (história em quadrinhos) e cosplay. Haverá também oficina de taiko (tambor japonês) e culinária japonesa, reconhecida pela UNESCO como patrimônio cultural imaterial da humanidade.

Mais detalhes da programação:

Miro Ito e a exposição “Caminho da Luz e Esperança: A Trilha Eurasiana da Sabedoria – conectando Leste e Oeste, Norte e Sul”

Miro Ito participa em projetos de mídia e arte enquanto produtora e criadora, com a intenção de promover paz e compreensão através de suas próprias iniciativas, por meio da MEDIA ART LEAGUE. Esta é sua primeira exposição na América Latina.

A presente exibição é o auge de seu empenho por todos esses anos. Sob o tema “World heritage of life and prayer” (Patrimônio mundial de vida e oração, em tradução livre), a artista vem atuando para promover a conscientização sobre a herança e tradições culturais da Ásia e Eurásia preservadas no Japão, a fim de criar mensagens para uma paz duradoura. Ela enfatiza o profundo lado espiritual tangível e intangível do Patrimônio Cultural da UNESCO no Japão (centrado em Nara), o qual vem fotografando/filmando, pesquisando e escrevendo desde 2003.

Miro Ito estudou tanto no Japão, sendo Bacharel em Artes pelo Departamento de História da Arte e Estética, Keio University); quanto na Alemanha, no campo de Artes Aplicadas e Design de Comunicação, Gesamthochschule Essen (sucessora da renomada Folkwang Schule, atual Universidade de Duisburg-Essen).

Até o presente, Miro Ito participou em uma gama variada de projetos notáveis – englobando desde belas artes, publicações, propagandas, trabalho documental até artes digitais, seu currículo e portfolios têm figurado em revistas conceituadas na Alemanha, EUA e Japão. O periódico Petersen’s Photographic (EUA) já a descreveu como uma “pintora da luz”.

Variação e Autonomia – As Gravuras de Artistas Japoneses Contemporâneos

A exposição itinerante é composta por obras de arte de 10 renomados artistas e lança luz sobre este novo campo artístico, desenvolvido no Japão a partir dos anos 70. Após uma temporada em São Paulo, a mostra chega à cidade do Rio de Janeiro como parte do Mês do Japão, em comemoração aos 110 anos da imigração japonesa ao Brasil. Após isso, a exposição segue para Curitiba, Manaus e Recife.

O objetivo da exposição é incentivar os espectadores a reconsiderar a história das gravuras contemporâneas no Japão, reafirmando sua relevância artística.

Participam da mostra obras de Masanari Murai, Toshinobu Onosato, Yasukazu Tabuchi, Yayoi Kusama, Natsuyuki Nakanishi, Hitoshi Nakazato, Tomoharu Murakami, Naoyoshi Hikosaka, Kosai Hori e Toeko Tatsuno. São artistas que participaram da expansão do leque das expressões de arte existentes na época, utilizando o meio impresso. Notáveis tanto como variação da pintura, quanto de uma forma autônoma, essas obras ajudaram a estabelecer o gênero de gravuras japonesas contemporâneas, ao mesmo tempo em que alcançavam uma nova amplitude.

Segundo o curador da mostra, Kyoji Takizawa, do Museu Municipal de Artes Gráficas de Machida, no Japão, não são os artistas considerados criadores ou desenvolvedores da história da produção de gravuras contemporâneas japonesas, mas que participaram ativamente de todo o processo, ajudando a estabelecer o gênero e incorporando a elas a devida envergadura.

O curador alerta que hoje, meio século após o desenvolvimento da técnica no Japão, as gravuras estão prestes a serem esquecidas.

Serviço
Exposição
: “MÊS DO JAPÃO - comemoração pelos 110 anos de imigração japonesa no Brasil”
Abertura: 04 de julho, às 19h
Visitação: até 29 de julho de 2018, de terça-feira a domingo, das 12h às 19h – GRÁTIS
Centro Cultural Correios - Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro - Rio de Janeiro.
Telefone: (21) 2253-1580 (Recepção)
centroculturalrj@correios.com.br


Exposição Filatélica “Borboletas”

Exposição de selos postais com tema de borboletas estreia no Centro Cultural Correios

Até 15 de julho é possível conferir gratuitamente, no Centro Cultural Correios, os detalhes encantadores de centenas de selos postais, blocos e máximos postais com tema de borboleta, emitidos em todo o mundo. 

Entre os destaques estão folhas com 2 blocos tridimensionais do Butão e uma folha composta com 20 selos de 1953, de Moçambique.

A exposição já passou por São Paulo e pertence ao filatelista Paulo Pefani Daróz, que iniciou na arte de colecionar selos aos nove anos de idade, por influência do avô, que também era filatelista.

“Sempre gostei de selos coloridos, vistosos. E nada mais belo dos que as inúmeras variedades de borboletas, todas muito interessantes, mostrando muitos detalhes de cada espécie. O que me atrai nesta coleção é que quase todos os países do mundo tiveram, em algum momento da sua história, alguma emissão no tema borboletas. Por ser bastante colorida, essa coleção atrai a atenção das crianças, que podem se apaixonar pela filatelia e dar continuidade a esta arte”, diz o filatelista Paulo Pefani Daróz.

Os fósseis mais antigos conhecidos de borboletas são do meio do Eoceno, entre 40-50 milhões de anos atrás. Justamente por existirem em todas as partes do mundo, culturalmente as borboletas são um tema popular nas artes visuais e literárias.

História do Selo Postal e da Filatelia

O primeiro selo do mundo, conhecido como Penny Black, surgiu na Inglaterra, em 6 de maio de 1840, dentro da reorganização promovida no serviço postal daquele país por Rowland Hill. Até essa data, o pagamento pela prestação do serviço de transporte e entrega de correspondências era feito pelo destinatário. A chegada do selo foi fundamental para o sucesso da reforma postal, que revolucionou os Correios no mundo inteiro. Os primeiros selos do mundo têm como figuração a efígie (como a da Rainha Vitória, no Penny Black), o brasão ou a cifra.

O Brasil foi o segundo país do mundo a emitir selos, ao lançar seu primeiro selo em 1843, da famosa série “Olho-de-boi”. Seguiram-se os selos conhecidos como “Inclinados” (1844), “Olhos-de-cabra” (1850) e os “Olhos-de-gato” (1854).

Serviço
Exposição Filatélica
: “Borboletas”
Abertura: 23 de junho, às 19h
Visitação: até 15 de julho de 2018, de terça-feira a domingo, das 12h às 19h – GRÁTIS
Centro Cultural Correios - Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro - Rio de Janeiro.
Telefone: (21) 2253-1580 (Recepção)
centroculturalrj@correios.com.br


Exposição Filatélica “Selos da Copa do Mundo”

A exposição apresenta ao público uma vasta coleção  de selos relacionados ao futebol e à Copa do Mundo.

Uma visão do futebol do Brasil e dos jogadores    brasileiros, composta  exclusivamente por selos e por documentos postais estrangeiros que contenham alguma referência ao Brasil. O futebol brasileiro, por sua excelência, ocupa destaque no panorama internacional e as emissões filatélicas referentes são de grande expressão. Não são comuns os carimbos comemorativos estrangeiros e documentos postais com referências ao Brasil. A  mostra é composta de 24 folhas de selos lançados fora do Brasil e que ressaltam a figura do atleta de futebol brasileiro  com uma relevância maior do  que em nosso próprio país. Grandes estrelas como Pelé, Romário, Ronaldo, Bebet o, Rivaldo, dentre outros, são destaques, além de selos representativos de cad a Copa do Mundo a partir de 1934. Além destas, figuram na exposição emissões relativas ao torneio de futebol das Olimpíadas   de   1984,   1988   e   1992;   diversas Copas Américas, Copas das Confederações, Copa do Mundo feminina,  além do Centenário do Santos Futebol Clube e do Centenário da FIFA. Trata-se de uma mostra filatélica que oferece um amplo panorama do esporte futebolístico e do evento Copa do Mundo no decorrer da história.

Serviço
Exposição Filatélica
: “Selos da Copa do Mundo”
Abertura: 28 de junho, às 19h
Visitação: até 15 de julho de 2018, de terça-feira a domingo, das 12h às 19h – GRÁTIS
Centro Cultural Correios - Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro - Rio de Janeiro.
Telefone: (21) 2253-1580 (Recepção)
centroculturalrj@correios.com.br


A COPA DO MUNDO É NOSSA - MEMÓRIAS DE UMA PAIXÃO NACIONAL

A mostra A Copa do mundo é nossa - memórias de uma paixão nacional procura apresentar um rico conjunto de imagens produzidas no embalo desta emoção.

São charges históricas publicadas em copas passadas, numa linha do tempo que conta com nomes do patamar de J.Carlos, Nássara, Henfil e Maio Alberto, nos mostram pela perspectiva do humor, a trajetória do Brasil na competição; outro grupo de imagens, assinadas pelo ilustrador Flavio Pessoa, nos apresenta uma série de aquarelas com cenas marcantes do Rio de Janeiro durante as duas Copas realizadas no Brasil, em 1950 e em 2014; contaremos ainda com o precioso acervo do colecionador Periandro Azevedo, com uma farta gama de produtos editoriais sobre as Copas desde 1950 até 2014 (álbuns de figurinhas, flâmulas, revistas com crônicas e fotos surpreendentes dos jogos, além de discos com músicas que embalaram a torcida brasileira).

A COPA DO MUNDO É NOSSA procura apresentar e transmitir essa emoção coletiva, um acervo extremamente representativo do imaginário que cerca o envolvimento do brasileiro com este espetáculo monumental!

Serviço
Exposição: “A COPA DO MUNDO É NOSSA”
Abertura: 06 de junho, às 19h 
Visitação: até 15 de julho de 2018, de terça-feira a domingo, das 12h às 19h – GRÁTIS
Centro Cultural Correios - Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro - Rio de Janeiro. 
Telefone: (21) 2253-1580 (Recepção)
centroculturalrj@correios.com.br

“FUTEBOL – ARTE EM MOVIMENTO”

Futebol é tema da nova exposição de Mazeredo no Centro Cultural dos Correios

Os jogadores Neymar, Pelé e Zico estão entre os homenageados pela artista plástica Mazeredo na exposição Arte em Movimento, que será aberta no dia 6 de junho, no Centro Cultural dos Correios. A mostra, com 37 obras inspiradas no universo do futebol, reúne trabalhos de duas fases da carreira da artista. Todas as obras são inéditas no Brasil e algumas delas foram inspiradas em peças exibidas, há 20 anos, em uma exposição no Museu do Grande Arco em La Defense, em Paris, durante a Copa do Mundo da França. Arte em Movimento pode ser visitada até o dia 15 de julho.  A entrada é gratuita!

Os Destaques

Entre os destaques da exposição estão um busto de Pelé, esculpido em resimarmore branco. O Rei do Futebol, que “participará” da exposição virtualmente, em um vídeo gravado durante sua visita à exposição de Paris, foi eternizado com ar sereno. Homenagens a Neymar e Zico, um políptico, com 16 quadros, que usa as cores dos uniformes dos países que participam da Copa da Rússia, e um tríptico com o estádio do Maracanã visto do alto também poderão ser conferidos na exposição. 

A Exposição

Em sua nova mostra, inspirada pelo futebol em seu ápice, a realização de uma Copa do Mundo, Mazeredo apresenta esferas que são imediatamente identificadas como o planeta Terra, reforçando a consciência ecológica da artista ao relembrar o conceito de Gaia, a Mãe-Terra. As telas, em sua maioria, são expressionistas e Mazeredo transita da expressão abstracionista às texturas, transparências, contrastes e relevos, indo do figurativo ao abstrato, do realismo ao gestual. A bola, a estrela maior de um torneio de futebol, não poderia ficar de fora e pode ser observada em diferentes trabalhos.

Uma das obras mais instigantes é a que homenageia uma bicicleta. Mazeredo representa os corpos e os movimentos de jogadores em silhuetas dinâmicas. Em outros trabalhos, podem ser conferidos, de forma única, os reflexos de jogadores correndo e driblando seus adversários. A artista apresenta também esculturas que têm futebol como inspiração e um conjunto que remete aos troféus, símbolos das vitórias, produzido em bronze e uma instalação com as camisas, em resimarmore branca, das 32 seleções que disputarão a Copa da Rússia.

Esporte

A ligação de Mazeredo com o esporte, incluindo o futebol, não é recente. A artista plástica criou obras coloridas, inspiradas em atletas, para o Museu Histórico da Fortaleza de São João, na Urca; para o Corredor Cultural do Leme e para o Monumento ao Esporte, no Centro Esportivo Miécimo da Silva.  Além disso, levam a assinatura de Mazeredo a obra Louvor ao Esporte que, durante anos, decorou o hall dos elevadores do Maracanã; uma escultura em tamanho natural de Buck, famoso treinador de remo do Flamengo e um grupo de esculturas que coloriram os centros esportivos do Rio de Janeiro, durante os Jogos PanAmericano de 2007, além das obras que chamam a atenção na entrada do Museu do Esporte do Exército.  “Os esportes, com todos aqueles movimentos, cores e energias, têm uma sinergia muito grande com o meu trabalho. É, sem dúvida, um dos meus temas preferidos. Não poderia haver momento melhor para inaugurar uma exposição do que o mês da Copa da Rússia”, ressalta a artista.

Perfil Mazeredo

Mazeredo é conhecida como a escultora que criou o maior número de obras para praças e parques da cidade do Rio de Janeiro. A artista plástica estudou no Instituto Brasileiro de Arte; Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Geração 80); Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; Atelier da Grande Chaumiére, em Paris, e Vizcaya Museum, em Miami. Em mais de 40 anos de carreira, Mazeredo teve seus trabalhos apresentados em exposições individuais e coletivas nos Estados Unidos e na Europa. Em 1997, a artista foi escolhida para criar o brasão usado em cerimônias com a presença do Papa João Paulo II. Com trabalhos expostos em ruas e praças de Nova Iorque, Paris e Sintra, Mazeredo tem obras em inúmeras cidades brasileiras como Rio de Janeiro, São Paulo, Recife e Brasília. Em Miami, está o monumento Sublimação, encomendado pela American Cancer Society de Miami, que chama a atenção para a importância da conscientização sobre a prevenção do câncer de mama. Paris, Nova Iorque e Recife também têm esculturas de Mazeredo que foram inspiradas pela mesma causa. A artista assinou a maior Via Sacra do Mundo, com 2m x 1,30m, para a Catedral Metropolitana do Rio de Janeiro.

Serviço:
Exposição: “FUTEBOL – ARTE EM MOVIMENTO”
Abertura: 06 de junho, às 19h 
Visitação: até 15 de julho de 2018, de terça-feira a domingo, das 12h às 19h – GRÁTIS
Centro Cultural Correios - Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro - Rio de Janeiro. 
Telefone: (21) 2253-1580 (Recepção)
centroculturalrj@correios.com.br


“BRASIL, PAÍS DA PIPA E DO FUTEBOL”

Exposição sobre a cultura da pipa no Brasil que, além de ser retratada socialmente, é tombada como patrimônio cultural.

A pipa é um brinquedo que voa baseado na oposição entre a força do vento e a da corda segurada pelo operador. É composta de papel e varetas de madeira, que tem função parecidas como a das asas de um animal, sustentando o brinquedo no ar. Dependendo do modelo confeccionado, pode contar com uma rabiola, que presa a parte inferior, proporciona estabilidade aerodinâmica e equilíbrio.

Tal objeto nasceu na China antiga por volta do ano 1200 a.C. e era utilizado como dispositivo de sinalização militar. Com os movimentos e as cores das pipas, mensagens eram transmitidas à distância entre destacamentos militares. A pipa também foi responsável pela invenção do para-raios, quando o político e inventor norte-americano Benjamin Franklin a utilizou para investigar o fluxo das correntes advindas das descargas elétricas dos raios.

No Brasil, esta prática viveu seus tempos de glória entre as décadas de 1970 até 1990 e ao longo do tempo tornou-se opção de lazer de crianças e adultos, quer seja na sua forma artesanal – tradicionalmente confeccionado a partir de talas de palmeira, papel de seda colorido e linha com retalhos de papel formando a rabiola – ou na sua forma mais modernizada – com talas de fibra e aerodinâmica cuidadosamente projetada.

Tempos atrás, grande parte do céu no fim de tarde era colorido por pipas, papagaios e rabiolas, de Dezembro a Fevereiro e de Junho a Julho, meses de férias das crianças. As ruas se tomavam de gritaria, correria, risos e brincadeiras. Nos dias atuais, invariavelmente a prática está presente em sua maioria nos finais de semana, onde os festivais e campeonatos de pipa voltam a enfeitar o céu. Tais festivais transformam lugares de passagem em lugares de vivência, trazem movimento para regiões antes ditas marginais e promovem a segurança, tão cara em dias atuais.

Além das vantagens para o lugar, a pratica de soltar pipa engloba vários benefícios em prol de um desenvolvimento pessoal e em comunidade, fomentando as trocas simbólicas e as interações sociais. Estar soltando pipa em festivais e estabelecer duelos entre os brincantes, envolve contato direito com outros indivíduos, é uma brincadeira coletiva que dificilmente irá proporcionar o mesmo divertimento se for realizada sozinha. Soltar pipa é aprender indiretamente o convivo em sociedade, normas de conduta, manter diálogo constante, traçar estratégias, lidar com situações conflituosas e acima de tudo, criar novas amizades. A pipa faz parte do imaginário social dos brasileiros, ela é capaz de criar identidade, elo comunitário e traçar redes de significados, estabelecendo coesão grupal. Por isto, sem duvida, é a pipa capaz de determinar pertença.

Pensando em todo este contexto, um questionamento surge: Será mesmo o futebol o esporte mais popular e representativo no Brasil? É a partir deste pergunta que foi concebida a exposição “Brasil, país do futebol e da pipa”. Unindo duas paixões nacionais, a exposição traz ao espaço do Centro Cultural dos Correios, pipas e raias com motivos relacionados ao mundo do futebol.

Estas obras são em seu todo confeccionadas por artesãos da pipa. Estes, ainda que até exportem suas obras para o exterior e vivam desta arte, permanecem em quase anonimato no território nacional, sendo reconhecidos apenas por aqueles que soltam pipas regularmente ou frequentam os festivais.

Os artistas que nesta exposição divulgam suas obras, são erradicados por todo o Rio de Janeiro e ganham aqui espaço para expor seus trabalhos em local consagrado, comprovando a qualidade de seus ofícios, dando-lhes assim o devido reconhecimento.

Serviço:
Exposição: “BRASIL, PAÍS DA PIPA E DO FUTEBOL”
Abertura: 06 de junho, às 19h 
Visitação: até 15 de julho de 2018, de terça-feira a domingo, das 12h às 19h – GRÁTIS
Centro Cultural Correios - Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro - Rio de Janeiro. 
Telefone: (21) 2253-1580 (Recepção)
centroculturalrj@correios.com.br

“FESTIVAL DE BANDEIRAS NA RUA DA ARTE”

CCC, CCBB E Casa França-Brasil realizam o projeto em conjunto "Festival de Bandeiras na Rua da Arte" no Corredor Cultural do Rio de Janeiro.

O projeto foi criado em 2016, pelo artista visual e produtor Paulo Branquinho, quando realizou a instalação urbana “Junina Arte”, montada pela primeira vez, na Rua Morais e Vale, na Lapa.

A proposta foi mesclar a tradicional festividade popular com arte, convidando 50 artistas visuais para que, cada um, fizesse duas bandeiras de 50 x 40cm, com o material de sua preferência. O resultado foi maravilhoso.

Em 2018, os principais complexos culturais do Rio de Janeiro decidiram realizar o projeto em conjunto. Assim, o Centro Cultural Correios (CCC), o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) a Casa França-Brasil fazem a remontagem da instalação nas ruas junto do Corredor Cultural, ocupando a Rua Visconde de Itaboraí, a Travessa Tocantins e a Travessa Tinoco.

Com a proposta aceita e lançada aos artistas, a adesão foi imediata e serão apresentados trabalhos (bandeiras), de aproximadamente 200 artistas visuais, do Rio de Janeiro, de diferentes estados e de outros países, entre eles os cariocas Alexandre Rangel, Ana  Durães,  Custódio Coimbra,  Luiz Aquila, Luiz Monken, Mercedes Lachmann, Patrizia D’Angelo, Renato Santana, Robson Macedo e Ronald Duarte, o cearense Zé Tarcísio,  a alagoana Maria Amélia Vieira, o Alemão Bjorden Dressler, a chilena Lorena Olivares, além de Harumi Shimizu, representando o Japão.

“Cada artista estará confeccionando duas bandeiras, na qual uma delas será sorteada entre os participantes, em um tipo de amigo oculto fora de hora e a segunda ou volta para seus criadores ou fica no acervo do Festival de Bandeiras, que já vem sendo sondado sobre a possibilidade de ser realizado em outros estados, agregando sempre novos artistas, com suas diversidades  técnicas,   resultando em uma fantástica exposição aérea, recheada de surpresas.  Nesta proposta as surpresas são constantes, funcionando também como uma grande pesquisa e registro, de artistas de diferentes origens e estilos”, diz Branquinho.

E, claro, o evento será regado com muita alegria, música, dança e brincadeiras.

Lista completa dos artistas participantes:

Abril Riveros – Mexico,  Adriano Mangiavacch – Itália,  Albha Sampaio,  Alessandra Simplício,  Alex Moreira – BA, Alexandre Magno,  Alexandre Rangel,  Alvaro Figueiredo,  Ana Durães, - Ana Helena Prazeres,  Analu Prestes, - Anderson Dias,  Anderson Morais – CE, Andrea Dall"olio- CE, Andréa Facchini,  Andréa Teixeira,  Andres Papa – Cuba,  Angela Azevedo,- Angelo Augusto Milani - SP;  Angelo Karvalho,  Anna Anapana Martins Ferreira,  Anna März,  Antônio Bokel,  Antônio Filipak,  Antônio Rocha – PA,  Aulio Saião Romita, - Awena Mai,  Barbara M. Cunha,  Bárbara Sotério,  BB Schmitt,  Bel Noronha,  Bernardo Sá Earp, Beto Guedes, - Bjorden Dressler – Alemanha,  Boli – MS,  Carlos Nascimento – CE,  Carlus Campos – CE,  Cecilia Cipriano,  Cecília Ribas, Cecilia Rondon, Chico Diaz,  Clara Infante, Clarisse Tarran,  Claudia Graça Couto,  Claudia Hirzmam, Claudia Lyrio,  Claudia Simões,  Claudia Tolentino,  Claudia Villar – SP,  Claudia Yamada;, Cláudio Leal Cacau,  Coletivo Fátima Tiago e  Nice França,  Cris Cabus,  Custódio Coimbra, Dalton Costa – AL,  Deise Paiva,  Delfina Renck Reis,  Deneir, Denise Campinho, Denize Torbes,  Dudu Garcia, Dulce Corrêa, Ecila Huste,  Edineusa Bezerril,  Edite Coelho – MG,  Edna Kauss,  Edson Castro – MS,  Eduardo Mariz,  Elizabeth Freire,  Elmo Martins,  Fábio Maurício – MS,  Fahed Najem – Síria,  Fernanda Lago,  Fernando Borges,  Flavio Papi, Gabriel Muñoz – Costa Rica,  Gardenia Lago,  Gerson Ipirajá – CE,  Ghva – MS,  Gian Shimada,  Giovana Zimermann,  Grasi Fernaski,  Greice Rosa,  Guto Goulart,  Harumi Shimizu – Japão,  Helena Wassersten,  Helenice Bueno,  Igor Gomes – PR, Isabela Francisco,  Istefania Rubino,  Ivani Pedrosa Moreira,  Janis Almeida,  John Nicholson – USA,  Jorge Calfo,  Jorge Grisi,  José Arnulfo,  José Cesar Branquinho,  José Augusto Petrillo,  Juliana Coqueiro,  Julie Brasil, Jung Wladimyr,  Will Barcellos,  Léa Hasson Soibelman,  Lia do Rio,  Ligia Teixeira,   Lina Rivera – Argentina,  Lorena Olivares – Chile,  Lúcia  Avancini,  Lúcia Meneguinni – RS,  Luiz Aquila, Luiz Monken, Luiza Guedes, Luzia Veloso, Marcelo Gomes,  Marcelo Lago,  Marcelo Oliveira,  Marcia Alvaredo,  Marciah Rommes,  Marcio Goldzweig, Márcio Zardo, Marco Antônio Portela,  Marcos Vinicius Pimpa,  Maria Amélia Vieira – AL,  Maria Teresa Stengel,  Marilou Winograd,  Martine Brillard, Mercedes Lachmann, Miro P S,  Moema Branquinho,  Myriam Glatt,  Natalia Gerschcovich – Argentina, Newton  Lesme,  Norma Mieko Okamura,  Olívio Neto,  Osvaldo Carvalho,  Otávio Avancini,    Patrizia d” Angelo, Paola Terranova, Paula Villa Nova – PR,  Paulo Branquinho,  Paulo Jorge Gonçalves, Paulo Villela,  Paty Neiva, Pedro Paulo Domingues, - Pérola Bonfanti, Pina Bastos, Regina Moura, Renato Santana, Roberto Ainbinder,  Roberto Tavares, Robson Macedo, Rodrigo Pedrosa, Rodrigo Saramago, Ronald Duarte, Rui Marques, Sanagê Cardoso – DF,  Sandra Montenegro – CE,,  Sandra Passos, Sandra Portto,  Santhiago Selon – GO, Shirley Nogueira, Silvano Tomaz – CE,  Soda Aw – França,  Susi Cantarino,  Suzana Satamini,  Tchelo d” Barros – SC, -- Teresinha Mazzei – ES,  Tereza de Nabuco,  Tetsuo Takita,  Thaïs de Siervi, Umberto França, Valéria Oliveira,  Vitor Vanes, Zakira – CE,  Zé Andrade,  Zé Tarcísio – CE. 

Serviço:
Exposição: “FESTIVAL DE BANDEIRAS NA RUA DA ARTE”
Abertura: 09 de junho, às 14h 
Visitação: até 08 de julho de 2018, de terça-feira a domingo, das 12h às 19h – GRÁTIS
Centro Cultural Correios - Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro - Rio de Janeiro. 
Telefone: (21) 2253-1580 (Recepção)
centroculturalrj@correios.com.br

 

 

Centro Cultural Rio de Janeiro


Visitação:
Centro Cultural Correios
Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro
Corredor Cultural
20010-976 - Rio de Janeiro - RJ
Telefone: 0XX 21 2253-1580
Fax: 0XX 21 2253-1545
E-mail:

Funcionamento:
O Centro Cultural Correios recebe visitantes de terça-feira a domingo, das 12 às 19h
Entrada franca.