Sobre o Centro

O Centro Cultural Correios Rio de Janeiro está localizado na Rua Visconde de Itaboraí, 20, no centro da cidade. Integra o Corredor Cultural, tendo como vizinhos a Casa França Brasil, ao lado, e o Centro Cultural do Banco do Brasil, defronte.

Mais sobre o centro
O imóvel foi inaugurado em 1922. As linhas arquitetônicas da fachada, em estilo eclético, caracterizam o prédio do início do século, construído para sediar uma escola do Lloyd Brasileiro. Mas isto não ocorreu e o prédio foi utilizado, por mais de 50 anos, para funcionamento de unidades administrativas e operacionais dos Correios. Na década de 80, o imóvel foi desativado para reformas, sendo reaberto em 2 de junho de 1992, parcialmente restaurado, para receber a "Exposição Ecológica 92", evento integrante do calendário da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente - RIO 92.

A inauguração oficial do Centro Cultural Correios aconteceu em agosto do ano seguinte, com a Exposição Mundial de Filatelia - Brasiliana 93. Desde então, o Centro Cultural Correios vem marcando a presença da instituição na cidade com promoção de eventos em áreas diversas, como teatro, vídeo, música, artes plásticas, cinema e demais atividades voltadas à integração da população carioca com formas variadas de expressão artística.

Suas instalações, adequadas à realização de diversificada programação, ocupam integralmente os 3.480m2 da área do prédio. O Centro Cultural Correios Rio de Janeiro é dotado de três pavimentos interligados por um elevador, também do início do século, de onde se pode ter uma visão panorâmica de todo o ambiente interno.

No andar térreo, está localizado o Teatro com 320 m² e capacidade para 200 pessoas.

Também no térreo há uma Galeria de Arte para pequenas mostras. No segundo e terceiro pavimentos, estão localizadas dez salas de exposições, com infra-estrutura e iluminação propícia a eventos de grande porte.

Ao fundo da Galeria de Arte está localizada a Agência JK, que oferece os serviços de Correios e de conveniência, com funcionamento de terça-feira a domingo, do meio-dia às 19 horas.

O Centro Cultural Correios dispõe também de um Bistrô, que funciona durante o horário de realização dos eventos.

A Praça dos Correios - uma área aproximada de 1,3 mil m² ao ar livre, com espelho d'água e suporte de uma concha acústica, que pode receber um público numeroso para eventos a céu aberto.

O Centro Cultural Correios, em média anual, recebe um público 400 mil visitantes e promove cerca de 50 eventos, com atrações variadas de teatro, música, dança, cinema e vídeo, além das exposições de diversos tipos de arte.

Confira as plantas baixas do Centro Cultural Correios no Rio de Janeiro
Programação

“Conexões"

A força da natureza se impõe quando, ao olhar nos nossos olhos, mostra-nos nossa condição de meros coadjuvantes dessa grande potência. Ela se sustenta sem interferências. Com originalidade, se impõe. Na sua verdade autêntica e natural mostra sua nobreza.

Somos parte fragmentada desse todo que se manifesta através da sua flora e fauna. Ambas estabelecem uma ligação que nos dá a verdadeira dimensão do que somos, se completa, do numa conexão de plena harmonia, que grita quando desrespeitada.

Vento, sol, chuva, trovão, nada abala sua resiliência ao se acomodar às intempéries naturais.

A mostra “Conexões” apresenta a força magnânima da Natureza, representada por duas atristas que se expressam de maneiras distintas, mas interligadas pelo respeito a esse bem maior que nos foi outorgado. Flora e Fauna se intercambiando com um recado da Natureza aos olhos do espectador e alertando aos cuidados que devemos ter com quem nos sustenta a vida.

Artistas: Claudia Arantes e Renata Arantes

Curadoria: Edson Cardoso

Serviço:

Exposição: “Conexões”
Visitação: de 03 de fevereiro a 04 de abril de 2021
Horário de funcionamento: de terça a sábado, das 12h às 19h
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro, Rio de Janeiro
Tel.: 2253-1580 (recepção)



"Nos olhos de quem vê"

Natural do Rio de Janeiro, onde reside e teve na Fábrica Bhering seu atelier por quatro anos, sendo que hoje produz em seu próprio atelier. Roberta é artista visual, apaixonada por cinema e fotografia, duas de suas maiores influências acrescidas de sua vivência como educadora física e professora de yoga.

 Ela é formada pela Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage, onde teve como referência grandes mestres como João Magalhães, Ronaldo do Rego Macedo, Carlo Magno, entre outros.

Roberta participou de exposições, individuais e coletivas, em diversos Centros Culturais. Dentre elas, destacamos “Mil histórias, duas Rotas”, no Centro Cultural da Justiça Federal, em 2017/2018, “Circuito ArtRio”, “Semana Design Rio” e “SOMA”, todas na Fábrica Bhering, em 2015 e 2016, “Temporada de Projetos”, no Paço das Artes,SP, em 2009, “Primeira Infância e Cultura da Paz”, no Museu da República, DF, em 2009 e “Novíssimos”, em 2007.

A obra de Roberta passeia entre o abstrato e o figurativo, sempre priorizando a cor e o sentimento humano. Ela traduz em arte as impressões que leva de cada canto, de cada esquina, da arquitetura e da gente de cada cidade. Seu olhar reflete suas impressões, que ela transforma em recortes de tudo que fica impregnado em sua retina.

Ela utiliza a pintura e a fotografia como principais linguagens para exprimir o que pensa. Seu olhar reflete suas impressões. Nesse processo ela percebe a potência e o sentido da sua procura: viver buscando vida.

Em Nos Olhos De Quem Vê, Roberta Cani apresenta trabalhos que demonstram, sempre, sua preocupação em encontrar a forma mais correta de produzir suas obras. Nelas, ela transmite cenas do mundo urbano em que vivemos.

Uma parte das obras aqui expostas foi produzida durante a pandemia causada pelo coronavírus, traduzindo as angústias e a solidão impostas a todos nós pelo confinamento forçado que nos foi imposto.

A mostra convida o espectador a observar a poesia visual da artista e a refletir sobre a vida na grande cidade e como essa reflexão influencia no nosso comportamento do dia-a-dia.

CARLOS BERTÃO
CURADOR

 FICHA TÉCNICA

CURADORIA
CARLOS BERTÃO

DESIGN e ILUMINAÇÃO EXPOGRÁFICOS
ALÊ TEIXEIRA

PRODUÇÃO
ENTREARTE CONSULTORIA

Informações sobre as obras
@cbertao (21)97123-2009

Serviço:

Exposição: “Nos olhos de quem vê”
Visitação: de 03 de fevereiro a 04 de abril de 2021
Horário de funcionamento: de terça a sábado, das 12h às 19h
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro, Rio de Janeiro
Tel.: 2253-1580 (recepção)



“Pietrina Checcacci – 60 anos de Arte”


Exposição no Centro Cultural Correios reúne cerca de 100 obras marcantes da trajetória da artista plástica, além de trabalhos inéditos

Completando 60 anos de carreira em plena atividade, a artista plástica Pietrina Checcacci, a convite de Carlos Bertão, ganha uma exposição à altura do seu talento e importância. Em “Pietrina Checcacci – 60 anos de Arte” serão apresentadas cerca de 100 obras entre pinturas, desenhos, esculturas, aquarelas e serigrafias que traçam um panorama da longa carreira da artista ítalo-brasileira, além de trabalhos inéditos feitos especialmente para a exposição.

 Com curadoria de Carlos Bertão e design expográfico de Alê Teixeira, a mostra faz um passeio, em ordem cronológica, por diversas fases de criação da artista plástica e as muitas interseções entre elas, com temas que ressurgem de tempos em tempos, sempre com um novo olhar. Com destaque para o corpo humano, sempre presente, das mais variadas formas.

 - Acho que a exposição vai ser uma surpresa até para mim porque vou rever 60 anos de trabalho de uma forma que nunca vi. Ao longo desse tempo, foram mais de 20 fases. E a cada fase, fim e recomeço mantêm uma mesma base, raiz e coerência de pensamento. Novo tema, nova proposta, novo enfoque, nova técnica, mas sempre a continuação do passo a passo criativo. Renovações que não impedem que após terminada, uma fase reapareça em nova forma e outras soluções complementares – conta Pietrina.

 Um exemplo é a série “Povo Brasileiro”. Sua primeira versão, nos idos dos anos 1970, tinha um certo ar naïve e retratava operários, trabalhadores, políticos, jovens, fumantes e censores. Já sua versão 2020 surge com cores mais vibrantes e ainda mais politizada em sinergia com um povo que é mais consciente, informado e superconectado. O resultado são pinturas que retratam personagens como um Clóvis repleto de celulares, políticos (Moro e Bolsonaro, entre eles) e até a menina Ágatha (morta por PMs no Complexo do Alemão). Suportes e materiais também se modernizaram. Se há 50 anos, as pinturas encantavam em estandartes feitos de cânhamo, agora, elas estão em telas sem chassi que ganharam um suporte especial para simplesmente flutuar na parede.

 Diversidade de materiais e técnicas, aliás, não são nenhuma novidade para Pietrina que sempre fez questão de manter uma criação muito variada. Reflexo direto de sua formação na Escola Nacional de Belas Artes, onde teve como contemporâneos grandes nomes como Carlos Vergara, Roberto Magalhães, Solange Escotegui, Anna Maria Maiolino, Antonio Dias, Rubens Gerchman, Paiva Brasil e Ivan Freitas.

 - Era uma patota que discutia e debatia artes, costumes, ética e estética. Divagávamos tardes inteiras no diretório da escola. Foi na ENBA que aprendi a trabalhar com todo tipo de material e técnica. Isto me proporciona uma liberdade criativa imensa – destaca a artista.

 E o resultado poderá ser visto na exposição. Montada em duas salas do terceiro andar do Centro Cultural Correios, que somam cerca de 500 metros quadrados, a mostra apresenta, em ordem cronológica, trabalhos de todas as seis décadas de arte de Pietrina, desde 1960 até 2020.

 - Essa exposição é, na verdade, uma oportuna e merecida homenagem a uma grande artista plástica. Quem ainda não conhece o trabalho de Pietrina, poderá se deleitar ao vê-la pela primeira vez de forma completa, conhecendo todo o seu trabalho desde o início dos anos 1960 até hoje – avalia Carlos Bertão, curador e produtor da mostra.

 O público certamente perceberá que apesar das muitas mudanças, um tema é recorrente: o corpo humano. Ele está sempre presente. Seja nas suas famosas esculturas, seja nas pinturas. Por vezes descontruído, por vezes visto através de uma lente grande angular. Ora apresentado como terra, montanha ou paisagem. Ora representado como um botão de rosa ou um asteroide.

 - Todo o meu trabalho gira em torno do ser humano, da terra, do universo, da vida e da morte. Mas o homem é minha maior referência, a forma como vemos o mundo. Por isso, o corpo humano aparece em tantas fases – explica Pietrina.

 Outro destaque da exposição é a apresentação, em vitrines, de quatro selos desenhados pela artista, a convite dos Correios, entre 1978 e 1984.

 Dois deles chegaram a ganhar prêmios mundiais – que também estarão expostos.

 Sobre a artista

“Racionalmente italiana, emocionalmente brasileira”. É como Pietrina Checcacci, nascida em Taranto, na Itália, em 1941, gosta de se definir. Cidadã honorária carioca, chegou na cidade aos 13 anos, quando deixou com os pais a Europa do pós-guerra. E logo começou a se dedicar às artes e à literatura. “Desde os 5 anos, sabia que seria artista”, conta, lembrando a menina que na adolescência devorava dois a três livros por semana, sempre emprestados de bibliotecas públicas em Copacabana, onde morava com a família. Ilustrações suas feitas sobre a obra Dom Casmurro estão até hoje no Colégio Amaro Cavalcanti, onde estudou. Os estudos formais nas artes começaram em 1958, quando ingressou na Escola Nacional de Belas Artes. Ali, foi premiada duas vezes com medalha de ouro. Desde então, participou de inúmeras mostras internacionais e coletivas no Brasil, Itália, Portugal, Espanha, Estados Unidos e países latino-americanos. Entre as incontáveis exposições individuais destacam-se as realizadas na Galeria Documenta e Skultura Galeria de Arte, em São Paulo, AM Niemeyer, Galeria Gravura Brasileira, Museu Nacional de Belas Artes, além dos principais museus e galerias das capitais brasileiras. Suas obras estão nos acervos de museus e galerias de arte do Brasil e integram importantes coleções nacionais e internacionais. Entre suas premiações, destacam-se o “Prêmio de Viagem ao Estrangeiro”, do Salão Nacional de Arte Moderna (1974); a inclusão nos “Destaques da Pintura Brasileira da Década de 70”, pelo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1980) e ainda o “Prêmio São Gabriel” (1977) e “Rosa de Prata” (1982), na Itália.

 Informações para a imprensa:
(21) 2512-3636 / angelafalcao@angelafalcao.com.br
Angela Falcão – (21) 98112-3636

 Serviço:

 Exposição: “Pietrina Checcacci – 60 anos de Arte”
Visitação: de 03 de novembro de 2020 a 04 de abril de 2021
Horário de funcionamento: de terça a sábado, das 12h às 19h
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro, Rio de Janeiro
Tel.: 2253-1580 (recepção)


“Intervenções”

Mostra do artista Roberto Gallo tem artistas convidados e remonta cenografia imersiva, pela primeira vez, no Centro Cultural Correios RJ

“Intervenções”, exposição do artista Roberto Gallo, apresenta uma instalação que reproduz o fundo do mar e um ateliê com técnicas construtivas, além de aquarelas, acrílicos sobre tela e desenhos, sob curadoria de Edson Cardoso. A mostra ocupa três salas e inaugura no dia 27 de janeiro, no Centro Cultural Correios RJ, com dois artistas convidados: Eurico Poggi e Francisco Schönmann Gallo. Fazendo uma alusão à paisagem como início e fim, meta do seu propósito artístico, Gallo apresenta um olhar sobre as paisagens urbanas e marinhas, com expertise adquirida ao longo de anos no mercado de cenografia de aquários.

 “A exposição ‘Intervenções’ nos introduz em um mergulho profundo na arte, uma imersão espetacular que leva a experimentar o interior da vida marítima através de um cenário cuidadosamente concebido pelo artista plástico Roberto Gallo. Além dessa experiência mágica e única, podemos apreciar suas pinturas numa abordagem de termos urbanos (composição de prédios criados a partir do imaginário que beiram a abstração), obras de um lirismo apaixonante. Há também as telas marinhas de tons suaves e delicados”, avalia o curador, Edson Cardoso.

 Nas palavras de Gallo, pintar é como sonhar, uma inspiração que surge da contemplação:“Vivo em observação constante, contemplando o espaço ao meu redor. O que move meu impulso criativo é um sentimento puramente emotivo e intuitivo, surge da necessidade de expressar meu amor pela vida e pela natureza, seja ela Humana ou Divina. Na minha série de pinturas em aquarela e acrílico, a atenção está voltada para a relação entre os elementos ar, terra, fogo e água, o movimento das marés, a incidência da luz, a profundidade da atmosfera, a linha do horizonte”, afirma o artista Roberto Gallo.

 Cenografia com ambientação para aquários e sala-ateliê: atrações inéditas no Centro Cultural Correios RJ

Na primeira sala foi montada uma cenografia imersiva, onde o visitante é convidado a “submergir” em uma experiência inclusiva através de uma instalação que reproduz o fundo do mar, num espaço sensorial. Uma escultura de isopor, resina, argamassa e pintura especial simula uma caverna subaquática, com colunas e janelas que exibem cenas do fundo do mar, seguindo uma sequência lógica com sonorização, em vídeos repetidos em looping a cada 5 min. “A ideia principal é levar o espectador a uma experiência de mergulho em uma paisagem submersa. O recurso que usaremos será a construção de uma espécie de câmara feita com materiais cenográficos, utilizando técnicas e conceitos desenvolvidos em nossa área de atuação profissional que é a construção de aquários de grande dimensão. Pretendo despertar o interesse do visitante e fazer com que se sinta parte do espaço através de uma experiência sensorial, não apenas de imagens e texturas mas também de sons”, revela Gallo. A segunda sala reproduz um ateliê, como uma espécie de espaço íntimo do artista, com desenhos, imagens de cenografias, rochas artificiais, ensaios de esculturas subaquáticas e objetos em construção, revelando algumas técnicas construtivas. Já a terceira, ocupada com os trabalhos dos três artistas, tem também vídeos exibidos em monitores.

 Sobre as obras dos dois artistas convidados – texto do curador, Edson Cardoso

Francisco Schönmann Gallo conduz a uma remota demonstração de inquietude percebida nos traços de seus trabalhos. Obras mediúnicas, com seres enigmáticos que aguçam a imaginação de forma pragmática. Mostrando um jeito único de se expressar, suas obras perpassam o ocultismo, com uma inclinação para definir o que não pode ser definido. Já nos trabalhos de Eurico Poggi é possível detectar uma verdadeira aglutinação criativa de formas e movimentos. Uma arte extremamente pictórica, cuja grandeza e força são facilmente identificadas pelo olhar. Afora qualquer polêmica teórica, a mostra define com grande desenvoltura o resultado desse diálogo enriquecedor, produzindo um resultado que surpreende pelo encontro dos artistas convidados com as obras de Roberto Gallo e seus cenários imersivos.

 Saiba mais sobre Roberto Gallo

Natural de Campinas, SP, Roberto Gallo expressa sua arte por meio da pintura, paisagismo, escultura e cenografia. Iniciou suas incursões pela arte na infância, depois estudou desenho acadêmico e pintura. Trabalhou com paisagismo e arquitetura e, desde 1981, vem participando de mostras individuais e coletivas no Brasil e América Latina. Manteve ateliê de arte no Rio de Janeiro por 10 anos, onde trabalhou como professor de desenho e pintura. Neste período, formulou e executou experiências com cenografia, painéis em grande dimensão, pinturas, esculturas, e cenários para teatro, exposições, mostras científicas, museus e zoológicos. Gallo especializou-se na criação de habitats para aquários de visitação pública a partir de 1995, unindo técnicas de modelagem sobre argamassa, fibras de vidro e resina. Desde então, vem realizando aquários no Brasil e no mundo, entre eles o Aquário de Ubatuba, Oceanic Atrativos Turísticos, Aquário do Balneário Camboriú e Aquário Marinho do Rio de janeiro. Atualmente executa o Aquário do Pantanal em Campo Grande, MS.

Instagram: @exposicaointervencoes
Facebook: Exposição Intervenções

Informações à imprensa:
BriefCom Assessoria de Comunicação: +55 21 2511-2409/3174-1288
Bia Sampaio: +55 21 98181-8351/biasampaio@briefcom.com.br

Serviço:

Exposição: “Intervenções”
Visitação: de 27 de janeiro a 21 de março de 2021
Horário de funcionamento: de terça a sábado, das 12h às 19h
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro, Rio de Janeiro
Tel.: 2253-1580 (recepção)

 

 “Gestualidade”

Primeira individual da artista Isabella Cesar contrasta pinceladas rústicas sobre a delicadeza do linho no Centro Cultural Correios RJ

Tendo exposto em países como Japão, Alemanha, França, Estados Unidos e até Finlândia, Isabella Cesar inaugura sua primeira individual, Gestualidade, no dia 3 de fevereiro, no Centro Cultural Correios RJ, sob curadoria de Edson Cardoso. São ao todo 14 pinturas com formatos variados, entre de 110 e 140cm, além de um tríptico composto por telas menores, de 60 x 60cm. Uma das maiores curiosidades está no fato de Isabella utilizar a técnica de acrílica sobre linho – tecido de extrema delicadeza -, explorando com pinceladas rústicas os acidentes do tempo para extrair o belo. Suas referências vêm do inacabado, da vida, do tempo. As pesquisas da artista estão focadas na “pintura a calce” encontrada nas paredes toscanas, no stucco veneziano, na rusticidade das paredes antigas. Outras referências vêm da mesma pintura caiada, que viu por onde passou e conviveu, sejam ruínas ou monumentos.  A artista trabalha com uma técnica pictórica, sobrepondo camadas de tintas que alteram a profundidade das cores envolvidas.

 “Minhas inspirações vêm do inverno, da neve, dos países nórdicos, da elegância e da simplicidade dessa atmosfera. Sou uma admiradora do jeito de viver do povo dinamarquês, estudo o estilo Hygge, oriundo da Dinamarca. Hygge é um lifestyle que promove conforto, encantamento e harmonia nos ambientes e nas convivências diárias. Podemos vivenciar as considerações desse estilo através das minhas obras”, afirma Isabella Cesar.

 O processo de criação pelas palavras de Isabella Cesar

O ponto de partida para o meu trabalho como artista é a investigação minuciosa das cores e de suas características. O enredo das camadas de tintas empregado nos trabalhos, propicia manchas, formas e acontecimentos distintos que introduzem o espectador diretamente com a minha gestualidade como pintora. Ocorre nas pinturas um viajar entre planos. É um viajar na rusticidade da vida extraindo o belo.

 Saiba mais sobre Isabella Cesar

Natural de Jaú, Isabella Cesar é formada em Artes Plásticas pela na Unesp de Bauru. Em seu currículo, Isabella possui mais de 50 coletivas: no Centro Cultural da cidade de Embu e na Andreus Galeria, ambas em 2016; em 2017, Coletiva prefeitura de Embu Das Artes, Galeria ArtLab da cidade de São Paulo, Hotel Mercury, Hotel Hyatt, Inn Gallery, São Paulo Fashion Center, Hípica de Santo Amaro, Mostra Artefacto, Clube Paineiras Morumbi,  Andreus Galeria, Casa Portoro. No ano de 2018, realizou exposições no MADE - Mercado de Arte e Design, no Projeto MASP 50 anos (exposição de cadeiras assinadas), na Casa Portor e na Biblioteca Municipal Alceu Amoroso Lima, e, em 2019, Bella Bienal no Centro Cultural Correios RJ – com premiação de medalha de ouro -, em Osaka, no Japão, Papel também é arte (Galeria Andreus), Poéticas do Tempo, no Clube Paineiras Morumby, Ava Gallery em Helsinki, na Finlândia, Pink October, em Nova York, EUA,  em Paris. No ano passado, expôs novamente na Finlândia, na Creative Diversity, em Helsinki, na Casa Expo (SP). Possui obras publicadas no livro Arte Brasileira na Contemporaneidade no calendário d’Arte do ano 2018 e no Anuário de Arte, 3ª edição, em outubro de 2019.

 Informações à imprensa:

BriefCom Assessoria de Comunicação: +55 21 2511-2409/3174-1288
Bia Sampaio: +55 21 98181-8351/biasampaio@briefcom.com.br

 Serviço:

 Exposição: “Gestualidade”
Visitação: de 03 de fevereiro a 04 de abril de 2021
Horário de funcionamento: de terça a sábado, das 12h às 19h
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro, Rio de Janeiro
Tel.: 2253-1580 (recepção)

 “Sopro (s)”

Primeira individual de Cota Azevedo apresenta proposta que conjuga pintura e poesia no Centro Cultural Correios RJ

 Artista e jornalista, Cota Azevedo desenvolve um trabalho que dialoga entre as “artes-irmãs”: pintura e poesia. Em Sopro (s), sua primeira individual, o ponto de partida para a criação são aldravias, formas poéticas minimalistas de seis palavras, seis versos e nenhuma pontuação, das quais ela se apropria, como fagulhas criativas, construindo a partir de suas leituras um outro espaço, a pintura. A individual de Cota inaugura no 3 de fevereiro, no Centro Cultural Correios RJ, sob curadoria de Edson Cardoso. Todo o trabalho deste acervo se baseia na investigação da transposição do escrito para o visual e vice-versa, em um jogo intersemiótico, não literal, nos quais as subjetividades das palavras aliadas aos elementos figurativos pictóricos permitem criar narrativas inventadas. Ela utiliza as técnicas de pintura a óleo, pastel e acrílica e apresenta 18 telas, em formatos que vão de 50 x 50cm a 156 x 116cm. 

A exposição SOPRO (s) age no encontro das linguagens. A imagem encontra a palavra que ressona em pura expressão. Seja na visão existencial de mundo ou da intimidade convencional das obras, é possível quase tatear o sentimento. As pinturas surgem das aldravias tituladas de Fernando Azevedo (seu pai), poemas sintéticos, que condensam a poeticidade na simplicidade, portas abertas a interpretações. Com espessa camada de tinta, a obra de Cota Azevedo é tátil. Seu tema, o corpo humano surpreendido em posições que revelam emoções inesperadas, encontra-se no limite entre a abstração e a figuração. Colocadas em atividade estrutural, a imagem e a palavra se fundem fertilizando uma a outra. Dessa maneira, seus territórios resultam de um processo que poderiam frutificar, ainda, outras mais

 “Ao mesmo tempo em que as dinâmicas das cores sugerem uma corporeidade, elas também podem abarcar o resultado de planificação das figuras temas. As manchas e os traçados tortuosos carregam a desmaterialização, a desfiguração das pinturas expressionistas. As narrativas são planos de fundo de uma poética e de uma figuração não conclusivas, onde o expectador passa ser coautor de Sopros. Uma história confessional que poderia ser tão minha como do outro.  O minimalismo das aldravias ganha uma outra dimensão ao aliar-se à carga emotiva pictórica em Sopros. Duas questões que parecem antagônicas, a sutileza e a dramaticidade passam a conviver lado a lado, de modo que a natureza do que é humano surge, em uma narrativa não limítrofe de um pensar que vai muito além de uma visão de produção e de mundo dual”, explica Cota Azevedo.

 Saiba mais sobre a artista

Cota Azevedo é natural da Bahia e reside no Rio de Janeiro. Trabalha com a narrativa experimental, no qual o corpo é o protagonista. As temáticas das obras abordam as construções linguísticas, do humano em seus meios individuais, histórico e/ou temporal. A cor ganha um destaque em seus trabalhos, assim como as pinceladas texturizadas que dão vida à superfície da tela. A intenção é deformar a “realidade” para expressar a subjetividade da natureza do corpo no espaço e dialogar com as composições da imaginação no plano pictórico - a expressão que se impõe sobre o possível real. Uma poética expressiva da cor em uma realidade imaginada.

 Entre as coletivas que já participou, estão a Coletiva EIXO  2020 - EIXO Arte Contemporânea – Niterói; Desvio para o Vermelho – Homenagem a Cildo Meireles  –  Espaço ZAGUT; Abstração e Figuração - Espaço ZAGUT (todas no ano de 2020). E em 2019:  Doce Dezembro - Vogue Gallery; A VER - Galeria Espaço do Artista; e Respirarte – Galeria OKO de Arte Contemporânea.

Informações à imprensa:
BriefCom Assessoria de Comunicação: +55 21 2511-2409/3174-1288
Bia Sampaio: +55 21 98181-8351/biasampaio@briefcom.com.br

 Serviço:

 Exposição: “Sopro (s)”
Visitação: de 03 de fevereiro a 04 de abril de 2021
Horário de funcionamento: de terça a sábado, das 12h às 19h
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro, Rio de Janeiro
Tel.: 2253-1580 (recepção)

 

"Espectro Cromático"

Eduardo Scatena, jovem e talentoso artista carioca, desponta no cenário cultural da Cidade Maravilhosa como uma das grandes promessas nas artes visuais de nosso país. Nessa sua nova série, iniciada em 2017,Eduardo produz obras que revelam sutilmente as transições entre as cores, obtidas, com uma técnica irretocável, pela aplicação de sucessivas e finas camadas de tinta acrílica líquida, aplicadas com pincel em tela umedecida. Com a manipulação física da tela pelo artista, inclinando-a em diversos sentidos, os vestígios das pinceladas desaparecem, fazendo com que a tinta sofra a ação da gravidade.

O resultado são obras de pura e impactante beleza, com uma suave transição das cores e de seus contrastes, que leva aos que as vêm a se questionarem se a pintura é realmente um trabalho realizado pelas mãos do artista ou se é algo feito sem pincel, resultado de algum artifício tecnológico.

A concepção moderna de cor surgiu com Isaac Newton que, no século XVII, descobriu a natureza espectral da cor. Utilizando prismas de cristal, Newton concluiu que a luz podia se fracionar em várias cores individuais. E mais, que essas cores distintas tinham diferentes graus de refração. Por isso surge o título dado a esta exposição: ESPECTRO CROMÁTICO.

Bacharel em Desenho Industrial pelo Centro Universitário da Cidade, no Rio de Janeiro, o artista aprimorou seu dom artístico em inúmeros cursos na renomada EAV - Escola de Artes Visuais do Parque Lage, entre 2005 e 2018, ministrados por grandes mestres, como João Magalhães, Marcelo Rocha e Chico Cunha. Num desses cursos, ministrado por José Maria Dias da Cruz em 2007, cujo tema foi “Cor e suas Questões”, Scatena adquiriu os subsídios técnicos para desenvolver essa sua nova série.

Eduardo Scatena participou de diversas exposições coletivas, sendo esta sua primeira exposição individual. E posso garantir que será a primeira de muitas outras que virão, em vista da alta capacidade artística e técnica de Scatena.

Vamos mergulhar nessa magnífica onda de cores que Eduardo nos oferece.

Carlos Bertão
Curador

Maiores informações
Carlos Bertão
@cbertao
(21) 97123-2009

 FICHA TÉCNICA
⁃ Curadoria Carlos Bertão
⁃ Iluminação e Design Expográficos Alê Teixeira
⁃ Design Gráfico Eduardo Scatena
⁃ Realização EntreArte Consultoria

 Serviço:

 Exposição: “Espectro Cromático”
Visitação: de 20 de janeiro a 21 de março de 2021
Horário de funcionamento: de terça a sábado, das 12h às 19h
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro, Rio de Janeiro
Tel.: 2253-1580 (recepção)

 

 

“Liberdade”

Exposição “Liberdade” da artista plástica Carla Carvalhosa leva ao Centro Cultural Correios do Rio de Janeiro arte, beleza e reflexão sobre a liberdade na vida e na arte.

Se você mora na cidade do Rio de Janeiro venha conferir o trabalho de Carla Carvalhosa, artista plástica Carioca, que apresenta em sua exposição Liberdade, uma reflexão sobre o paradoxo de viver em tempos de pandemia.

Ela traz ao público sua trajetória expressiva com trinta pinturas em diversos estilos, duas instalações tridimensionais em papietagem e uma instalação com reaproveitamento de embalagens. Propõe a liberdade de expandir, de sonhar, de expressar, de experimentar em diversas linguagens e estilos, assim como faz uma conexão entre a liberdade na vida e na arte.

Carla desde muito jovem demonstrou a paixão pelo desenho. Com o passar dos anos, começou a pesquisar de maneira espontânea e autodidata e ingressou assim no mundo dos pincéis e das tintas, expressando-se por meio da pintura. Cada estilo trazia-lhe distintas emoções e queria se sentir livre para manifestá-las, seja através do cubismo, do impressionismo, do realismo e outros estilos. O mais importante para ela era pegar o pincel, a tinta e materializar na tela aquilo pelo qual pulsava seu coração.

A escultura chegou nos últimos tempos da necessidade de expandir, de sair do bidimensional e dar “corpo” a sua sensibilidade. Primeiro foi a modelagem em papel machê; em seguida, veio a escultura com embalagens plástica até chegar à papietagem, que representa uma total desconstrução e reconstrução de seu próprio processo criativo, uma nova forma de se expressar.

A artista divide a exposição Liberdade em quatro momentos utilizando temáticas da vida, enriquecidas com pequenos textos. Ela sugere uma reflexão do que é criar, sonhar, viver neste e em outros tempos. O primeiro momento apresenta obras que refletem a liberdade com cenas do cotidiano em que o direito de ir e vir parece não ter limites. Em seguida mergulha no mundo subaquático, onde o que é “real” e o imaginário se confundem. Com a pandemia, nos recolhemos tanto emocional como fisicamente para nos proteger das demandas externas; logo, abriu-se a possibilidade de resgatar memórias, separar e selecionar o que serve e o que está em desuso, além de reaproveitar e  transformar nosso espaço interno e externo, priorizar o que é realmente importante e o que precisamos cuidar. No terceiro momento, Carla retrata a vida dos seus amores e daquilo que a afeta, o que nos sustenta e no fortalece em tempos de crise. Finalmente encerra sua exposição com uma escultura que representa a transcendência. Nesse espaço o público poderá interagir com a obra, e refletir sobre seus voos e o que é liberdade para cada um.

Ainda que limitados fisicamente, podemos criar nossa maneira de voar nas asas da esperança e viver a vida de forma mais plena.

Imperdível! Venha compartilhar desse espaço de contemplação e de criatividade com Carla Carvalhosa!

 Curadoria: Márcia Costa

 Serviço:

 Exposição: “Liberdade”
Visitação: de 20 de janeiro a 21 de março de 2021
Horário de funcionamento: de terça a sábado, das 12h às 19h
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro, Rio de Janeiro
Tel.: 2253-1580 (recepção)

 

“Catarsis”

Norueguesa radicada no Rio, Cathrine Crawfurd inaugura individual com quase 90 trabalhos, entre telas e fotos, no Centro Cultural Correios RJ

CATARSIS, exposição da artista norueguesa Cathrine Crawfurd, inaugura no dia 21 de janeiro, no Centro Cultural Correios RJ, onde ocupa duas salas no 2º andar, sob curadoria de Susi Sielski Cantarino. Compondo a primeira sala, 27 pinturas abstratas de grandes formatos (175 x 140cm), alguns dípticos, usando a técnica de acrílica sobre tela, a maioria concebida durante a pandemia. Já na segunda sala estão expostas fotografias, 15 medindo 105 x 80cm, e outras 46, menores, 35 x 20cm.

 “A prática de transformar um trauma ou uma situação difícil em algo belo, que dê esperança e alívio é algo bastante recorrente em meus trabalhos”, afirma a artista, Cathrine Crawfurd. “Durante o infeliz desafio que enfrentamos este ano, essas habilidades vieram à tona como uma grande necessidade. A solidão e o isolamento não eram mais uma escolha para criar, e sim uma obrigação”, completa. 

 “Eu me apaixonei imediatamente pelo trabalho da Cathrine. É tudo muito lírico, muito poético, e por outro lado tem uma força invisível. Às vezes nos conduz por dentro deu ma  nuvem, em outras explode como uma chuva de meteoros. Dá vontade navegar entre as cores e as formas, realmente entrar dentro da obra”, avalia Susi Cantarino. “Acabamos nos conhecendo através de uma amiga norueguesa em comum e tivemos uma afinidade incrível. Assim surgiu a amizade e o convite para a curadoria”.   

 O processo de criação

O processo de criação da artista é diretamente influenciado pela sua história de vida, já que morou em diversos países pelo mundo. Cidades, culturas desconhecidas e línguas incompreensíveis aguçam os sentidos, segundo Cathrine, em busca de impressões reconhecíveis. Cada lugar - com suas luzes distintas, sua própria paleta de cores, sua estrutura arquitetônica específica e um código de identidade particular - faz parte deste processo. Uma outra curiosidade sobre seu trabalho é o formato mais utilizado pela artista, que acompanha o da escala humana, com base na sua própria altura.

 Saiba mais sobre Cathrine Crawfurd

Cathrine Crawfurd cursou a Escola de Arte em Oslo, Noruega, de 1989 a 1991, onde se formou. Depois disso, não parou mais, tendo concluído curso na Academia Nacional de Belas Artes, na Universidade de Bergen, também na Noruega, em 1997, além da Faculdade de Belas Artes, na Universidade de Barcelona, Espanha. Em 1996, participou de uma residência artística de três meses na Villa Moderne, em Paris.

Entre as individuais já realizadas pelo mundo, estão: em1998 e em 2000, na Galleri Elenor, Oslo (Noruega); em 2007, no Town Hall of Silly, Silly (Bélgica); em 2009, na Galerie Stephanie, Bruxelas (Bélgica), em 2013 no Open Studio, Paris (França), em 2014, na Her Majesty Queen Sonja´s Church and Cultural Center, Paris (França); em 2014, na La Galerie du Cercle Suédois, Paris (França); em 2015, na Galleri Perrongen, Valdres Fine Art Society, Valdres (Noruega), e no Brasil, em 2019, na Maquês 456, no Rio de Janeiro.

Ao longo de sua carreira artística, também integrou diversas coletivas, como Bergen Fine Art Society, Bergen/Noruega (1998); Exposição Anual, condado de Østlandet (Østlandsutstillingen), Fredrikstad/Noruega (1999);  Atelier Aberto, «OSLO OPEN», Oslo/Noruega (2002); Feira de Arte da Associação Norueguesa-Belga, Liège/Bélgica (2008); Exposição Anual, Prefeitura de Woluwe St.-Pierre, Bruxelas/ Bélgica (2008); Exposição Anual, Prefeitura de Woluwe St.-Pierre, Bruxelas/Bélgica (2009);  Exposição Anual, Prefeitura de Woluwe St.-Pierre, Bruxelas/Bélgica (2010); Volume et valeur, projeto interdisciplinar com a pianista Natalia Strelchenko, Paris/França (2014); Exposição Anual, Studio W, Fornebu Art Center, Oslo/Noruega (2015 e 2016); JACARANDÁ+, Marquês 456, Rio de Janeiro/Brasil (2018).

Em 1999, recebe bolsa de viagem para Havana/Cuba e em 2015, bolsa anual de trabalho, em Oslo/Noruega.

Lecionou em várias escolas de arte e arquitetura, Oslo/Noruega, entre 1999 e 2006, bem como na Ėcole du Chant d’Oiseau, Bruxelas/Bélgica, de 2006 a 2010. Em 2013, leciona artes no Lycée International, Saint-Germain-en-Laye/França, em 2014, no Estabelece Atelier, Oslo/Noruega, e, em 2016, dá aulas de arte em Atelier na Bratislava/ Slovakia, e em Roma/Itália.

Já em 2017, passando a residir no Rio de Janeiro, se estabelece em atelier com um grupo de artistas, na Marquês 456 e, posteriormente, na Casa Arlette.

Informações à imprensa:

BriefCom Assessoria de Comunicação: +55 21 2511-2409/3174-1288

Bia Sampaio: +55 21 98181-8351/biasampaio@briefcom.com.br

 Serviço:

 Exposição: “Catarsis”
Visitação: de 21 de janeiro a 21 de março de 2021
Horário de funcionamento: de terça a sábado, das 12h às 19h
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro, Rio de Janeiro
Tel.: 2253-1580 (recepção)



O Redentor

A obra temporária intitulada “O Redentor” foi construída no coração da cidade do Rio de Janeiro, na praça do Centro Cultural Correios. A ideia do artista era trazer para mais perto das pessoas, o símbolo de proteção “carioca”. Nesse momento Rio de Janeiro está atravessando uma crise sem precedentes: violência, pobreza, desemprego e desigualdade. Como diz o artista: “O Rio de Janeiro precisa de proteção”.

O Redentor em cima de uma montanha está longe demais, desceu para perto das pessoas. Agora ele está na cidade, em uma praça à beira-mar. Tão real e nu quanto uma casa de favela.”

O artista realizou com a ajuda de um pedreiro a construção da obra em 12 dias. Mais de 1000 tijolos foram utilizados para erguer a instalação simbolizando uma casa habitável. Além do corpo em tijolos foi utilizado uma caixa d’água para representar a cabeça e telhas metálicas perfuradas por balas para representar os braços. Todos os materiais são típicos das favelas cariocas.

“A ideia da obra nasceu justamente no início da pandemia quando a exposição “Encanto” que seria inaugurada entrou em quarentena. Então fiz a proposta pedindo a ocupação da praça. A ideia era trazer o símbolo de proteção do Rio de Janeiro para mais perto da população. Há muito tempo queria fazer uma obra em um espaço aberto. A ideia de ter um público de pedestres que não usufruem normalmente da arte me atiça muito. Arte tem que impactar, tem que emocionar. Normalmente utilizo pedras paras as minhas esculturas mas no meu trabalho existe uma curiosidade enorme na busca de outros materiais e técnicas. Acho que, pela primeira, vez juntei de maneira tão forte os dois lados que convivem em mim. O artista e o engenheiro. Além de supervisionar, participei fisicamente na realização da obra. Desenhei todos os aspectos técnicos junto com o engenheiro estrutural Gustavo Perazzo. O prazer de construir um projeto definido nos mínimos detalhes foi enorme. Foi como construir uma casa”, conta o artista Ribahi".

Serviço:
Exposição: “O Redentor”

Visitação: de 02 de dezembro de 2020 a 02 de março de 2021
Horário de funcionamento: de terça a sábado, das 12h às 19h
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro, Rio de Janeiro
Tel.: 2253-1580 (recepção)

Centro Cultural Rio de Janeiro


Visitação:
Centro Cultural Correios
Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro
Corredor Cultural
20010-976 - Rio de Janeiro - RJ
Telefone: 0XX 21 2253-1580
Fax: 0XX 21 2253-1545
E-mail:

Funcionamento (horário temporariamente reduzido):
O Centro Cultural Correios recebe visitantes de terça-feira a sábado, das 12 às 19h.
Entrada franca.